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7 de fev. de 2011
Quatro entre dez educadores desconhecem canais de denúncia de crimes na internet
Cerca de 40% dos educadores não sabem como nem onde denunciar crimes cometidos na internet, aponta uma pesquisa inédita divulgada pela Safernet para marcar o Dia da Internet Segura, que será realizado nesta terça (8). Foram entrevistadas 966 pessoas que trabalham nas redes pública e particular em quatro estados do país.
Apenas 15% dos entrevistados sabiam da existência do site denuncie.org.br, mantido pela Safernet, e outros 12% disseram que procurariam uma delegacia para denunciar crimes cometidos na internet.
Além disso, os educadores reconhecem que é urgente trabalhar questões ligadas ao uso ético da internet (55%), embora não tenham subsídios para realizar essa discussão em sala de aula. Isso porque a pesquisa mostra que quase 30% dos entrevistados informaram não ter nenhum recurso para tratar do tema com os alunos.
“Há uma carência de materiais para que educadores abordem o uso seguro da internet em sala de aula”, reforça Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da Safernet. A maioria dos entrevistados (79%) disse ainda que gostaria que existisse um canal online para tirar dúvidas sobre o tema.
A organização não-governamental concluiu que o uso ético das tecnologias precisa ser incorporado aos currículos escolares. A prática deve ocorrer de forma simultânea à inclusão digital dos alunos, educadores e pais. “É importante que o jovem entenda que a internet não é uma terra sem lei”, alerta Nejm.
Organizações de 65 países vão comemorar o Dia Mundial da Internet Segura nesta terça (8), que tem como objetivo mobilizar internautas – principalmente crianças e adolescentes – para o uso consciente da rede. O tema deste ano, "Estar online é mais que um jogo. É sua vida", chama a atenção para a responsabilidade ética dentro do mundo virtual.
Do UOL TecnologiaFonte: UOL Tecnologia
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12 de jan. de 2011
Sobre a Regulamentação das mídias
O novo ministro das Comunicações do governo da presidente Dilma Roussef, Paulo Bernardo, no discurso de transmissão de cargo, defendeu a necessidade de um novo marco regulatório para o setor. De acordo com matéria veiculada no Porta Terra, o novo ministro disse que não se trata de uma revisão de direitos de liberdade de expressão já conquistados, e sim da garantia da pluralidade da informação.
Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, novamente defendeu uma agência de regulação da mídia, dizendo que “todos os países desenvolvidos do mundo têm uma agência. E ninguém vai lá xeretar o que você vai falar. Depois que você falou, se fez alguma propaganda incitando a pedofilia ou o racismo, por exemplo, ela olha aquilo e toma providências. Faz uma advertência para o difusor, e é isso”. Ainda sobre o tema, Bernardo disse ao jornal O Globo que a discussão deve ser feita “da forma mais pública possível, com audiências públicas e grandes debates”.
No entanto, no último final de semana, em entrevista a diversos jornais, o ministro Paulo Bernardo recuou em relação ao que havia dito anteriormente, e disse que há outras prioridades em relação ao marco regulatório, como o projeto de banda larga. Sobre o marco, Bernardo afirmou que é preciso um “exame detalhado” do projeto.
O Observatório Notícias & Análises levantou esse debate junto às organizações que vêm discutindo o tema.
Celso Schroder1
Todas as democracias consolidadas têm instituições reguladoras da mídia, que regulam a implementação de políticas públicas no campo da comunicação. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) defende a necessidade de um controle público para o exercício da liberdade de expressão e para a aplicação de regras democráticas através de mecanismos públicos. Entre as formas de controle estão os conselhos, que quanto maiores, mais representativos e transversais, melhor. É por isso que é importante a existência de conselhos como esse, que seja mais executivo e deliberativo, como foi discutido na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).
A garantia da liberdade de imprensa tem que se dar de acordo com os interesses da população e não de interesses comerciais e privados As falas do ministro Paulo Bernardo não têm sido claras quando ele aponta alguns tipo s de regulações. Ao que aprece, ele não está reconhecendo a Confecom e as suas decisões. Ele sinaliza para uma nova consulta, e isso é muito ruim, porque foi um enorme esforço que precisa ser contemplado.
"A garantia da liberdade de imprensa tem que se dar de acordo com os interesses da população e não de interesses comerciais e privados. "
Quando dizem que um órgão regulador pode acarretar uma censura, isso é uma crítica ingênua e desprovida de qualquer argumento político. Ao contrário, nesse atual momento do sistema de comunicação no Brasil, a gente não consegue discutir o papel da mídia em relação à mulher, ao negro, aos homessexuais, porque as discussões hoje são limitadas ao interesse comercial. Isso sim é censura, quando a população não decide o destino e o que é discutido.
O que vemos é uma tentativa exaustiva de não regulamentação, impondo ao sistema de comunicação no Brasil a voz do dono, do gerente ou do governo. O que a FENAJ e o FNDC pautam é que a comunicação, assim como a saúde e a educação, é um serviço público, que deve ter um controle público – e não estatal.
1Celso Schroder é presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e membro do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)
Alberto Dines2
Primeiro é preciso cumprir a Constituição ou então revogá-la. E ao cumprir a Carta teremos que ressuscitar o Conselho de Comunicação Social. Entrementes inicia-se o debate sobre o marco regulatório, isonomia para a distribuição de conteúdos, participação estrangeira, etc., etc.
A agência é a última etapa. Penso que então podemos pensar em algo parecido com a americana FCC, criada em 1934. Antes disso, o Ministério das Comunicações, o Conselho e as comissões da Câmara e do Senado podem encarregar-se de limpar o terreno e colocar a mídia eletrônica dentro da legalidade.
2Alberto Dines é o Editor responsável pelo Observatório da Imprensa
"O chamado controle social da mídia implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição"
Ricardo Pedreira3
Mais do que desnecessária esse tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão. Um conselho ou um órgão fiscalizador nos termos do que tem sido proposto pelos setores que defendem o chamado controle social da mídia implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição. O controle social já existe, nos termos da Constituição e de toda nossa legislação. Há o direito de resposta e a legislação sobre danos morais. E o Poder Judiciário para julgar questões relacionadas ao direito de resposta e à legislação sobre danos morais.
Um dos pilares da convivência democrática é o de que ninguém tem o direito de determinar aos outros o que é mais ou menos adequado para ser dito, para ser expresso. Numa democracia, todo mundo é absolutamente livre para expressar aquilo que quer, sem nenhuma limitação prévia. Isso não significa impunidade, pois nos casos de mentira ou calúnia, sempre haverá a possibilidade da punição posterior. Um órgão regulador da mídia pode acarretar em censura porque agirá necessariamente de acordo do que pensam os seus integrantes, com as convicções e a ideologia de seus integrantes.
Eles terão o poder de julgar que tal ou qual informação ou opinião é mais ou menos adequada. Para evitar esse dirigismo é que existe a plenaliberdade de expressão, sem nenhum controle prévio, mas com eventuais penalidades posteriores, por meio do direito de resposta ou da legislação sobre danos morais.
3Ricardo Pedreira é diretor executivo da Agência Nacional de Jornais (ANJ)
Fonte: Baseado na reportagem de Vitor Castro em 11/01/2011
Fonte: http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=984
Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, novamente defendeu uma agência de regulação da mídia, dizendo que “todos os países desenvolvidos do mundo têm uma agência. E ninguém vai lá xeretar o que você vai falar. Depois que você falou, se fez alguma propaganda incitando a pedofilia ou o racismo, por exemplo, ela olha aquilo e toma providências. Faz uma advertência para o difusor, e é isso”. Ainda sobre o tema, Bernardo disse ao jornal O Globo que a discussão deve ser feita “da forma mais pública possível, com audiências públicas e grandes debates”.
No entanto, no último final de semana, em entrevista a diversos jornais, o ministro Paulo Bernardo recuou em relação ao que havia dito anteriormente, e disse que há outras prioridades em relação ao marco regulatório, como o projeto de banda larga. Sobre o marco, Bernardo afirmou que é preciso um “exame detalhado” do projeto.
O Observatório Notícias & Análises levantou esse debate junto às organizações que vêm discutindo o tema.
Celso Schroder1
Todas as democracias consolidadas têm instituições reguladoras da mídia, que regulam a implementação de políticas públicas no campo da comunicação. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) defende a necessidade de um controle público para o exercício da liberdade de expressão e para a aplicação de regras democráticas através de mecanismos públicos. Entre as formas de controle estão os conselhos, que quanto maiores, mais representativos e transversais, melhor. É por isso que é importante a existência de conselhos como esse, que seja mais executivo e deliberativo, como foi discutido na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).
A garantia da liberdade de imprensa tem que se dar de acordo com os interesses da população e não de interesses comerciais e privados As falas do ministro Paulo Bernardo não têm sido claras quando ele aponta alguns tipo s de regulações. Ao que aprece, ele não está reconhecendo a Confecom e as suas decisões. Ele sinaliza para uma nova consulta, e isso é muito ruim, porque foi um enorme esforço que precisa ser contemplado.
"A garantia da liberdade de imprensa tem que se dar de acordo com os interesses da população e não de interesses comerciais e privados. "
Quando dizem que um órgão regulador pode acarretar uma censura, isso é uma crítica ingênua e desprovida de qualquer argumento político. Ao contrário, nesse atual momento do sistema de comunicação no Brasil, a gente não consegue discutir o papel da mídia em relação à mulher, ao negro, aos homessexuais, porque as discussões hoje são limitadas ao interesse comercial. Isso sim é censura, quando a população não decide o destino e o que é discutido.
O que vemos é uma tentativa exaustiva de não regulamentação, impondo ao sistema de comunicação no Brasil a voz do dono, do gerente ou do governo. O que a FENAJ e o FNDC pautam é que a comunicação, assim como a saúde e a educação, é um serviço público, que deve ter um controle público – e não estatal.
1Celso Schroder é presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e membro do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC)
Alberto Dines2
Primeiro é preciso cumprir a Constituição ou então revogá-la. E ao cumprir a Carta teremos que ressuscitar o Conselho de Comunicação Social. Entrementes inicia-se o debate sobre o marco regulatório, isonomia para a distribuição de conteúdos, participação estrangeira, etc., etc.
A agência é a última etapa. Penso que então podemos pensar em algo parecido com a americana FCC, criada em 1934. Antes disso, o Ministério das Comunicações, o Conselho e as comissões da Câmara e do Senado podem encarregar-se de limpar o terreno e colocar a mídia eletrônica dentro da legalidade.
2Alberto Dines é o Editor responsável pelo Observatório da Imprensa
"O chamado controle social da mídia implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição"
Ricardo Pedreira3
Mais do que desnecessária esse tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão. Um conselho ou um órgão fiscalizador nos termos do que tem sido proposto pelos setores que defendem o chamado controle social da mídia implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição. O controle social já existe, nos termos da Constituição e de toda nossa legislação. Há o direito de resposta e a legislação sobre danos morais. E o Poder Judiciário para julgar questões relacionadas ao direito de resposta e à legislação sobre danos morais.
Um dos pilares da convivência democrática é o de que ninguém tem o direito de determinar aos outros o que é mais ou menos adequado para ser dito, para ser expresso. Numa democracia, todo mundo é absolutamente livre para expressar aquilo que quer, sem nenhuma limitação prévia. Isso não significa impunidade, pois nos casos de mentira ou calúnia, sempre haverá a possibilidade da punição posterior. Um órgão regulador da mídia pode acarretar em censura porque agirá necessariamente de acordo do que pensam os seus integrantes, com as convicções e a ideologia de seus integrantes.
Eles terão o poder de julgar que tal ou qual informação ou opinião é mais ou menos adequada. Para evitar esse dirigismo é que existe a plenaliberdade de expressão, sem nenhum controle prévio, mas com eventuais penalidades posteriores, por meio do direito de resposta ou da legislação sobre danos morais.
3Ricardo Pedreira é diretor executivo da Agência Nacional de Jornais (ANJ)
Fonte: Baseado na reportagem de Vitor Castro em 11/01/2011
Fonte: http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=984
24 de mai. de 2010
Governo irá criar o Fórum Brasil Digital
Depois de o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinar o decreto instituindo o Plano Nacional de Banda Larga − o que está previsto para maio −, a próxima etapa será a criação do Fórum Brasil Digital, que irá congregar setor público, empresas e cidadãos, visando formular plano de ação de longo prazo para os temas estratégicos de tecnologias de informação e comunicação (TICs).
Fonte: http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/governo-ir-criar-o-frum-brasil-digital
Fonte: http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/governo-ir-criar-o-frum-brasil-digital
2 de dez. de 2009
Conheça o CULTNE - Acervo Digital de Cultura Negra Brasileira
Assista, edite, reproduza!
Esta é a chamada principal do portal, que nos apresenta uma acervo onde podemos conhecer novos pontos de vista da história do nosso país, através de materiais inéditos em vídeo, em diversos momentos artísiticos e políticos, registrados ao longo de décadas.
Além de assistir, você pode se cadastrar e baixar todo nosso conteúdo para seu computador, utilizando livremente o material em edições jornalísiticas, projetos estudantis, ou qualquer atividade sem fins lucrativos, desde que citada a fonte.
Link: http://www.cultne.com.br/
3 de jan. de 2009
UNTRACEABLE ? FILME EXAGERA A DIMENSÃO DO CIBERCRIME...

O filme Untraceable (traduzido com "Sem Vestígio") é um thriller policial sobre a Internet. Bastante ambíguo, o filme mostra uma divisão do FBI encarregada de policiar o ciberespaço. A rede é apresentada como um ambiente inóspito. O roteiro dá a entender que a Internet transforma pessoas e instiga instintos agressivos e desumanos. Untraceable trata de uma perseguição de um criminoso que convida os internautas a ajudarem a matar suas vítimas "em tempo real".
No filme, o streaming do criminoso não pode ser rastreado. Quantos mais internautas visitarem o site "killwithme" (mate comigo), mais rapidamente suas vítimas são assassinadas. No final, a polícia descobre a verdadeira identidade do criminoso, não pela perseguição do IP, mas por um trabalho de intelgência que envolve dicas deixadas por um policial que é morto "on-line". Interessante é observar que a comunicação descentralizada não pode ser considerada criminosa como alguns querem. O filme tem uma relação contraditória com isto, pois em várias passagens ora a "neutralidade da rede" é atacada, ora "a rede wireless aberta" é considerada um grande risco. Para alguns, o filme irá reforçar a idéia de que a Internet é uma rede inaceitável por abrigar criminosos, loucos, psicóticos e pedófilos.
Para outros, fica evidente que a Internet apenas é um veículo de comunicação horizontal que aproxima as pessoas, superando a territorialidade. Criminosos existem na sociedade. Assim como andam nas ruas, andarão pelo ciberespaço. A rede dá visibilidade aos comportamentos desviantes que a sociedade considera como prática inaceitável. Retirar da sociedade a possibilidade de comunicação distribuída, completamente sem centro, não parece que nos aliviará do comportamento criminoso, nem eliminará a fonte dos psicóticos.
No site do filme Untraceable exite uma entrevista com um ex-agente especial do FBI, expert em cibercrimes, que fala sobre crimes na Internet. provavelmente foi o consultor do filme. Vale a pena observar como responde as perguntas que a produção do filme estruturou como um FAQ. Também é interessante observar o Game que reproduz a tela dos policiais do filme e o diálogo em um chat com o criminoso.
Fonte: http://samadeu.blogspot.com/
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6 de nov. de 2008
O projeto de lei que determina as punições para crimes cometidos pela internet poderá ter implicações para a ampliação do acesso à rede mundial de computadores e para a inclusão digital no Brasil. O assunto foi tratado nesta quarta-feira (5), durante a 7ª Oficina para Inclusão Digital.
Para a analista de segurança Cristine Hoepers, do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br), a intenção da lei pode ter sido boa, mas a falta de clareza do texto pode dificultar a vida de quem trabalha com inclusão digital no Brasil. “Na legislação vale a letra da lei, e não a intenção”, avalia.
Fonte: http://jc.uol.com.br/2008/11/05/not_184269.php
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29 de ago. de 2008
Internet em 12 mil pontos remotos do País

A Embratel vai fornecer acesso à Internet banda larga sem fio a 12.000 pontos em 4.214 municípios de todo o Brasil. O consórcio liderado pela empresa venceu a licitação do Gesac, programa de inclusão digital do Governo Federal, que contempla prioritariamente comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) localizadas em regiões onde as redes de telecomunicações não oferecem acesso local à internet banda larga.
"Os pontos de presença são locais abertos ao público, compostos por computadores, impressoras e acesso à Internet de uso totalmente gratuito. A idéia é que o serviço seja prestado com alta disponibilidade para a comunidade, mesmo nas localidades mais remotas”, afirma José Formoso, presidente da Embratel, que assinou o contrato para prestação do serviço, nesta terça-feira, 26 de agosto, durante encontro com o Ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Todos os locais de acesso à Internet contarão com um administrador indicado pelo Ministério das Comunicações, além de suporte técnico disponibilizado pela Embratel por meio de linhas 0800. Essas centrais são sistemas avançados de gerência de performance da rede, com monitoramento online. O Ministério das Comunicações criará uma equipe de fiscalização para acompanhamento da qualidade da prestação do serviço.
O projeto inclui o fornecimento de acessos com velocidades que variam de 256 Kbps a 8 Mbps, permitindo aplicações diversas como VoIP (voz sobre IP) para 25% dos endereços contemplados no contrato e a criação de redes sem fio que suportam, inclusive, transmissões de vídeo, possibilitando a realização de áudio e videoconferências. A operadora garantirá, ainda, o gerenciamento completo da solução e ferramentas de segurança de acesso à Internet.
Com transmissão via satélite, a Embratel conseguirá chegar às localidades mais distantes do País, como aldeias indígenas nos estados de Roraima, Acre e Amazonas, arquipélago de São Pedro e São Paulo – o ponto mais distante do território nacional, localizado a mil quilômetros da cidade de Natal – além da base do Brasil na Antártida. Do total de 12 mil pontos, aproximadamente dois terços são escolas da rede pública e, um terço, Telecentros.
“Estamos muito felizes em contribuir com o avanço do Brasil, participando de um projeto de grande alcance social como o Gesac”, comemora Formoso. Segundo ele, a Embratel irá contribuir para a inclusão digital no Brasil, promovendo a educação de milhares de estudantes da rede pública, além do acesso à informação nas regiões mais remotas.
Inclusão Digital
A Embratel lidera o Consórcio Conecta Brasil Cidadão, do qual fazem parte outras três operadoras, com 83% de participação no atendimento dos endereços contemplados. Ao final, o Consórcio liderado pela Embratel venceu a disputa valor mensal de R$ 3,3 milhões. O valor representará uma economia de mais de 70% aos cofres públicos, que permitirão ao Ministério investir numa ampliação do projeto sem necessidade de aumento de recursos.
O objetivo do Gesac é chegar às regiões mais remotas do País, em que existem grandes entraves para a instalação de infra-estruturas complexas de telecomunicações e de tecnologias convencionais de acesso à Internet banda larga. Com o programa, o Governo Federal visa promover a inclusão digital, incentivar a prática de trabalhos colaborativos, a formação de redes de conhecimento, além do desenvolvimento social das comunidades beneficiadas.
Nesse contexto, o lançamento recente dos satélites Star One C1 e C2 fazem parte da estratégia da Embratel para atender às demandas do Gesac e foram fatores decisivos na vitória do Consórcio na licitação. Juntos, os dois satélites duplicarão a capacidade de telecomunicações via satélite do Brasil.
A comunicação via satélite permitirá a criação de uma rede de cooperação, que possibilitará maior intercâmbio de informações e novas oportunidades para as comunidades locais.
Segue abaixo uma lista com a distribuição dos pontos em cada Estado
Segue abaixo uma lista com a distribuição dos pontos em cada Estado
Bahia – 1.515Minas Gerais – 1.369
Pará – 1.141
Maranhão – 966
Ceará – 855
Piauí – 669
Amapá – 604
Pernambuco – 526
Rio Grande do Sul – 506
Paraíba – 455
Rio Grande do Norte – 436
São Paulo – 417
Tocantins – 277
Alagoas – 265Mato Grosso – 258
Sergipe – 230
Rio de Janeiro – 196
Paraná – 191
Espírito Santo – 186
Santa Catarina - 171
Goiás – 150
Roraima – 134
Acre – 114
Amapá - 102
Rondônia – 102
Mato Grosso do Sul – 72
Distrito Federal – 12
Pará – 1.141
Maranhão – 966
Ceará – 855
Piauí – 669
Amapá – 604
Pernambuco – 526
Rio Grande do Sul – 506
Paraíba – 455
Rio Grande do Norte – 436
São Paulo – 417
Tocantins – 277
Alagoas – 265Mato Grosso – 258
Sergipe – 230
Rio de Janeiro – 196
Paraná – 191
Espírito Santo – 186
Santa Catarina - 171
Goiás – 150
Roraima – 134
Acre – 114
Amapá - 102
Rondônia – 102
Mato Grosso do Sul – 72
Distrito Federal – 12
Data: Quinta-feira, 28 de agosto de 2008 às 09h16
Comentário: a Bahia receberá 1.515 pontos de acesso remoto. Estarei me perguntando quais os critérios para esta seleção e como se dará a instalação destes pontos de acesso e em quais municípios e comunidades eles serão de fato impantados. Tentadora é a vontade de acompanhar a implantação de cada um destes centros, para que eles possam atender à população negra deste estado que corresponde a mais de 70% da população.
É por estes motivos que este Blog estará presente nas discussões da implantação deste grande empreendimento que tem a Bahia como porta de entrada, vitrine e certamente, onde há expectativas de que renda bons frutos..... vamos saber pra quem??????? Será de fato, um bom exercício!!!!!!
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13 de jul. de 2008
~ D i c a s, M a n u a i s, I n s t ru ç õ e s ~
WebEduc - O Portal de Conteúdos Educacionais do MEC
O que você irá encontrar? Aqui você encontrará material de pesquisa, objetos de aprendizagem e outros conteúdos educacionais de livre acesso.
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Caderno de Orientações Didáticas Ler e Escrever Tecnologias na Educação
Avaliem este Caderno de Orientações Didáticas Ler e Escrever Tecnologias na Educação. Ele fornece reflexões sobre a importância do uso das tecnologias de informação e comunicação na criação de ambientes de aprendizagem, nos processos comunicativos e na produção de conhecimento. Estarei analizando seu conteúdo [pela capa já dá pra perceber que alunos/as brancas são priorizadas] e observando as interfaces para o enfrentamento ao racismo virtual através dos elementos que são trabalhandos no documento.
Autor: Educarede; Fundação Telefonia; Prefeitura da cidade de São Paulo.Ano de publicação: 2006Palavras-chave: Inclusão Digital; Educação; Internet; Aprendizagem.
http://educarede.info/poie/
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