11 de ago. de 2008

Governo eletrônico e sociedade: uma iniciativa pela integração


http://www.consegi.gov.br/

Consegi será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, em Brasília (DF). Compartilhamento, integração e cooperação. Esses três conceitos vão nortear toda a programação do Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico (Consegi), promovido pelo Serpro e pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP). O encontro irá reunir representantes de órgãos públicos e especialistas de diversos países.


O objetivo é contribuir para o aprimoramento das políticas públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), por meio do compartilhamento pleno das soluções de tecnologia desenvolvidas no âmbito do governo federal. O conteúdo programático do Consegi está estruturado em torno de três eixos temáticos:

Política de Tecnologia da Informação e Comunicação,

Governo Eletrônico e

Inclusão Digital.


Governo Eletrônico --> Este eixo temático é, por si só, uma trilha gigante, que remete à multiplicidade de funcionalidades e serviços que o Estado oferece. O desenvolvimento de programas de governo eletrônico tem como princípio a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), para democratizar o acesso à informação, ampliar discussões e dinamizar a prestação de serviços públicos, com foco na eficiência e efetividade das funções governamentais.


O programa de governo eletrônico brasileiro objetiva a transformação das relações com os cidadãos, empresas e também entre os órgãos do próprio governo.Pretende-se aprimorar a qualidade dos serviços prestados, promover a interação com empresas e indústrias e fortalecer a participação cidadã, por meio do acesso à informação e uma administração mais eficiente.


Inclusão Digital --> Este entra como elemento diferencial, porque trata do uso da tecnologia da informação para diminuir os abismos sociais. A Inclusão digital deve ser tratada como um elemento constituinte da política de governo eletrônico, para que esta possa configurar-se como política universal. Tal visão funda-se no entendimento da inclusão digital como direito de cidadania e, portanto, objeto de políticas públicas para sua promoção.


Portanto, a inclusão digital deve ser vista como estratégia para construção, afirmação e consolidação de novos direitos.Para que a inclusão digital se transforme em política pública, é imprescindível tratar da utilização da tecnologia da informação pelas organizações da sociedade civil em suas interações com os governos, o que evidencia o papel relevante da transformação dessas organizações pelo uso de recursos tecnológicos.


Política de Tecnologia da Informação e Comunicação --> A Política de Tecnologia da Informação e Comunicação está associada aos princípios e diretrizes do Governo Eletrônico, de prioridade à promoção da cidadania, da própria inclusão digital, do uso do software livre como recurso estratégico, da gestão do conhecimento como instrumento para articulação das políticas públicas do e-Gov, da racionalização no uso de recursos, da necessidade de um arcabouço integrado de políticas, sistemas, padrões e normas e da integração das ações de Governo Eletrônico com outros níveis de governo e outros poderes.


O Consegi será essencialmente um evento de governo para a sociedade, sendo que a presença dos diversos atores governamentais é fundamental para a construção de políticas públicas de TI, que contemplem os direitos coletivos da sociedade, no que se refere à democratização da informática pública.


30 de jul. de 2008

::..PORTAIS DE REFERÊNCIA EM TIC'S..::



PORTAIS DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


O PRODERJ – Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro – autarquia vinculada à Secretaria de Estado da Casa Civil – é o órgão gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do Governo do Estado, desempenhando o importante papel de propor diretrizes e orientações técnicas voltadas para o estabelecimento da política de TIC no âmbito da administração pública estadual, e sob sua coordenação está um do casos mais bem sucedidos do país em inclusão digital: a cidade de Piraí. Aqui, ainda não tenho informações suficientes para analizar o que realmente significa esta "inclusão" para o povo negro do município, mas vamos aos poucos, nos apropriando da forma como isto é apresentado e como está a legislação lá no Rio de Janeiro.


O DECRETO Nº 40.709 DE 10 DE ABRIL DE 2007, DISPÕE SOBRE O MODELO DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

No artigo 2º, diz assim: O modelo de gestão da utilização de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação, no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro, é composto pelos seguintes agentes:

I - Órgão Normativo: Conselho Estadual de Tecnologia da Informação – CONSETI, vinculado à Secretaria de Estado da Casa Civil e integrado por diversas secretarias;





II - Órgão Gestor: Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro – PRODERJ;


III - Órgãos Setoriais: Assessorias de Informática, ou setores equivalentes, de todos os Órgãos da Administração Direta e Indireta do Estado do Rio de Janeiro.

Em nenhum momento, a normatização, gestão ou setorialização deste modelo de gestão prevê os casos de racismo que porventura possam estar nos meandros da construção desta importante política. Lembrando que aqui quando se fala em TIC's, está-se falando em políticas públicas que garantam acesso universal para todos e todas, e acesso diferenciado a populações que estão excluídas digitalmente. As componentes do racismo que estas tecnologias podem apresentar não são mencionadas. Para quem está na gestão deste processo, isto que falamos que existe, o racismo virtual, pode ser uma coisa da cabeça de quem não tem o que fazer. Mas, vamos continuar em frente.

Maiores informações, apareça no Sítio: http://www.proderj.rj.gov.br/default.asp

27 de jul. de 2008

Telecom África 2008



Cairo acolhe Fórum da União Internacional das Telecomunicações


O Cairo, Egipto (PANA) - O Fórum da União Internacional das Telecomunicações (UIT), designado Telecom África 2008, iniciou-se segunda-feira no Cairo na presença de 200 empresas provenientes de 45 países, indica comunicado da referida instituição a que a PANA teve acesso no local.

Esta conferência de três dias é uma "vitrina maior do setor das tecnologias da informação e da comunicação (TIC)" em África e vai apresentar os últimos produtos e serviços das TIC no mercado, e segundo os seus organizadores, o evento reúne pelo menos 70 responsáveis de empresas internacionais e cerca de 50 ministros, além de mais de cinco mil convidados. "Este encontro marca um momento decisivo do nosso compromisso de conectar o mundo. O Fórum Telecom África 2008 é uma etapa estratégica no âmbito dos esforços visando compensar o fosso digital", disse Hamadoun Touré, secretário da UIT.

Mas o Egipto, país anfitrião deste fórum, está sob pressão pot ter bloqueado o site Internet de Kefaya (que em árabe significa "basta") da oposição. A Rede Árabe para a Informação sobre os Direitos Humanos (HRinfo) condenou o bloqueio de Kefaya considerando este acto como "uma violação da liberdade de expressão.

Veja a mensagem de Boas Vindas, dadas pelo Anfitrião do evento: http://www.itu.int/AFRICA2008/pdf/sales_brochure.pdf


Fonte: http://www.correionago.com.br/clipping.php?idcp=80

19 de jul. de 2008

Notícia de 2005: Yahoo, Katrina e Racismo



O Furacão Katrina aconteceu entre agosto e setembro de 2005 [Nova Orleans, EUA], mas a forma como as imagens de grandes sites da internet trataram o caso, nos mostra que precisamos estar atentos/as às situações onde o racismo utiliza o meio virtual para se propagar e reforçar estereótipos.


O Katrina veio pôr a nu muitos males do grande império, mas há um que salta cada vez mais à vista, e será justificação para outros, nomeadamente a lentidão da resposta das autoridades. As duas fotos estavam disponíveis no Yahoo!. Uma mostrava pessoas dentro de água aparentemente brancas e carregando alguns pertences que a legenda indicava terem sido encontrados (esta foto é da AFP e já não se encontra no site); a outra, da AP, mostra um rapaz aparentemente negro, numa situação em tudo semelhante à dos anteriores fotografados, mas com a legenda a indicar que os pertences eram roubados.


Entretanto o Yahoo! publicou um comunicado a lamentar a situação. Mas não se pense que este é um caso isolado. Muitos relatos de pilhagens e roubos foram anunciados, mas eles tratam-se simplesmente de lutar pela sobrevivência já que as autoridades parecem incapazes de fazer chegar comida e água à zona, e ainda naquele momento existiam centenas de pessoas isoladas em telhados. Aliás, o exagerado destaque dado à insegurança é também da responsabilidade de algumas das autoridades (nomeadamente as ligadas ao governo federal), que assim tentam dissimular a sua incompetência. O fato da maior parte das pessoas abandonadas em Nova Orleães serem negras, aliado ao racismo da mídia, faz o resto. Nós já havíamos visto isto antes.

16 de jul. de 2008

INDICADORES INCLUSÃO SÓCIO-DIGITAL

Aqui, inicamos uma discussão sobre INDICADORES SOCIAIS. Estes indicadores necessitam de uma conceituação para dar conta da realidade mundial, nacional e local; guardando-se as suas especificidades para o seu uso em escalas diferenciadas. Interessa-nos aqui, os indicadores que nos permitem verificar a existência do RACISMO VIRTUAL.

Ter estes dados com recorte racial é o centro de nossas atenções, portanto, neste momento, utilizaremos indicadores bastante amplos para situar alguns indices e percentagens que estão sendo geradas por diferentes institutos, organizações, governos, ong's, etc.
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INCLUSÃO DIGITAL NO MUNDO
  • 580 milhões de usuários internet;
  • Menos de 10% da população mundial têm acesso à rede a partir de suas casas;
  • A taxa de crescimento da internet, mesmo nos países desenvolvidos, não passa de 4%;
  • De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (ITU) - a agência especializada das Nações Unidas: ~ Suécia, Dinamarca, Islândia e Coréia do Sul são os países campeões em inclusão digital; ~ Síria, Zimbábue, Nicarágua e Etiópia estão entre os mais excluídos digitalmente;
  • No nível médio de acesso a tecnologias encontram-se países como a Irlanda, a Espanha, o Brasil e o Chile. Logo abaixo em termos de exclusão estão a Turquia, a Venezuela, a África do Sul e a China, dentre outros;

INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL

  • Mais de 90% das pessoas não possuem conexão internet;
  • Somente 12% da população brasileira têm acesso a um computador;
  • Um panorama que nos deixa, dentre 102 países pesquisados, na 39a. posição dos mais incluídos (World Economic Fórum);
  • Segundo uma pesquisa realizada pela Anatel em abril de 2003 referente ao número total de internautas brasileiros, 42% são da classe A, que representa 5% da população total; 48,7% da classe B, 19% da totalidade; e somente 9% são das classes C, D e E, 32%, 42% e 2% da população total, respectivamente.

INCLUSÃO DIGITAL NA BAHIA

Cidades baianas mais incluídas:

  1. Salvador;
  2. Lauro de Freitas
  3. Itabuna
  4. Vitória da Conquista
  5. Barreiras
  6. Feira de Santana
  7. Paulo Afonso0
  8. Alagoinhas
  9. Mucuri
  10. Santo Antonio de Jesus

Cidades baianas mais excluídas:

  1. América Dourada
  2. Cairu
  3. Maetinga
  4. Santanópolis
  5. Manoel Vitorino
  6. Jurucuçu
  7. Ipupiara
  8. Cardeal da Silva
  9. Jaguaripe
  10. Ibipitanga

Um panorama que reforça a necessidade de políticas públicas de inclusão digital, mas não apenas isso. Observar a distribuição da população negra nestes municípios podem nos dar alguns indicadores interessantes, ao mesmo tempo que carecem pesquisas que demonstrem quem de fato é excluído em cada um destes municípios, dos quais, estes 10 figuram de forma exemplar.

Espero poder atualizar esta listagem com a distribuição da população negra em cada um deles. Aqui, AGRADECEMOS COLABORAÇÕES através dos comentários.

Fonte adaptada: http://www.cidadaniadigital.ba.gov.br/inclusaodigital.php?pgid=5

14 de jul. de 2008

RACISMO VIRTUAL - ARTIGOS E TEXTOS [em construção]

[Artigo 1] Racismo Virtual: um Conceito em Construção

Agnaldo Neiva

Este é um texto, que será construído de forma colaborativa. Quem desejar participar de sua construção é só enviar seus comentários, que eles serão levados em consideração e inseridos quando pertinentes. Nesta postagem o objetivo é construir o Conceito de Racismo Virtual.

  • O que é racismo virtual [rv]? (conceitos)
  • Como caracterizar o Racismo Virtual na realidade mundial, brasileira, baiana e soteropolitana
  • Inclusão Digital X Exclusão Digital: o que o governo tem nos dizer sobre isso
  • Existem indicadores para medir o racismo virtual?
  • Impacto do Racismo Virtual no imaginário brasileiro

Versão deste texto: [v1] 16/07

Referência Bibliográfica:

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[Artigo 2] Indicadores e Métricas para Avaliação de e-Serviços

Agnaldo Neiva

A oferta de serviços públicos nos portais governamentais é uma constante que tem marcado as estratégias de Governo Eletrônico no Brasil. Mais do que ofertar serviços, no entanto, as políticas em desenvolvimento buscam ampliar o alcance das ações ao considerar pontos relacionados ao necessário alinhamento da implantação de serviços públicos por meios eletrônicos com as necessidades da população. Assim, a avaliação da qualidade do serviço prestado é um dos pontos a ser considerado quando se busca verificar seu real alinhamento com as necessidades do usuário e suas potencialidades de evolução.

O projeto Indicadores e Métricas para Avaliação de e-Serviços é uma metodologia desenvolvida para avaliar a qualidade dos serviços públicos prestados por meios eletrônicos de acordo com a conveniência para o cidadão. São 8 indicadores e 19 critérios que verificam a maturidade, comunicabilidade, confiabilidade, multiplicidade de acesso, disponibilidade, acessibilidade, facilidade de uso e nível de transparência do serviço prestado. A aplicação desses indicadores evidenciam:

  • um conjunto de oportunidades de melhoria e qualificação dos serviços
  • necessidade de melhorar o nível de resposta no atendimento
  • simplificar a apresentação dos conteúdos segundo critérios de usabilidade, acessibilidade e arquitetura de conteúdo orientados ao usuário final
  • maior transparência e capacidade de comunicação do usuário para com o governo
    incremento do nível de confiabilidade do serviço.

Destaque-se ainda que essa metodologia pode ser aplicada tanto para os serviços públicos prestados por meios eletrônicos já desenvolvidos, ou seja, disponíveis para o cidadão; quanto para aqueles que ainda estejam em processo de implementação. Em ambos os casos, os resultados podem apresentar oportunidades de aprimoramento e alinhamento com as reais necessidades dos cidadãos atendidos. Veja o documento com a descrição completa da metodologia e as regras de aplicação: Indicadores e Métricas para Avaliação de e-Serviços (pdf - 4Mb)

Versão deste texto: [v1] 16/07

Referência Bibliográfica: http://www.governoeletronico.gov.br

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[Artigo 3] Sistematização de programas nacionais de Inclusão Digital

Agnaldo Neiva

Monitoramento a ser construído e sempre atualizado através das visitas constantes aos Sites Governamentais que tratam da Inclusão Digital, sempre buscando informações refeentes ao acesso ou não, da população negra.

Fazer uma análise dos ítens apresentados - Julho2008

Identificar a abrangência destes programas - 2008

Propor uma sequência de temas a serem abordados

Fontes a serem pesquisadas: http://www.inclusaodigital.gov.br/

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[Artigo 4] Seguridad y Confiabilidad

Autores: Hugo Scolnik, Graciela Pataro, Gabriel Baum

Las redes digitales, y notablemente Internet, se han convertido rápidamente en una parte integral de la vida diaria de la economía y la sociedad. A la misma velocidad en la que los individuos y organizaciones se apropian de más tecnologías para todas las actividades humanas, la información privada se torna más vulnerable y los problemas de seguridad y confiabilidad van ganando relevancia.

De este modo, las personas están cada vez más preocupadas –y afectadas- por la creciente complejidad de los sistemas de información y comunicaciones y la proliferación de fuentes y técnicas invasivas; en su interacción on-line con los sistemas se encuentran enfrentados cotidianamente con pérdidas de su información personal, virus, spam, phishing y otros delitos de creciente severidad y sofisticación. En consecuencia, se encuentran en la indeseable situación de tener que depositar cada vez mayor confianza en ambientes a los que apenas pueden – o directamente no pueden- comprender o evaluar adecuadamente.

Este marco general conspira claramente en contra de la construcción de una sociedad de la información que pueda generar desarrollo, prosperidad y equidad social. Para ello se necesita utilizar medios de comunicación como Internet de muy bajo costo, pero que son intrínsecamente inseguras. En contrapartida, es necesario adaptar las TICs a las necesidades de la economía y la sociedad, y asegurar que se transformen en herramientas útiles para la innovación económica y social. El punto de partida para ello es fomentar la confianza y salvaguardar la seguridad, en un mundo cada vez más interconectado por redes.

Veja Fonte e Texto na íntegra: http://www.ritla.net/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=470

13 de jul. de 2008

~ D i c a s, M a n u a i s, I n s t ru ç õ e s ~



WebEduc - O Portal de Conteúdos Educacionais do MEC
O que você irá encontrar? Aqui você encontrará material de pesquisa, objetos de aprendizagem e outros conteúdos educacionais de livre acesso.


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Caderno de Orientações Didáticas Ler e Escrever Tecnologias na Educação



Avaliem este Caderno de Orientações Didáticas Ler e Escrever Tecnologias na Educação. Ele fornece reflexões sobre a importância do uso das tecnologias de informação e comunicação na criação de ambientes de aprendizagem, nos processos comunicativos e na produção de conhecimento. Estarei analizando seu conteúdo [pela capa já dá pra perceber que alunos/as brancas são priorizadas] e observando as interfaces para o enfrentamento ao racismo virtual através dos elementos que são trabalhandos no documento.


Autor: Educarede; Fundação Telefonia; Prefeitura da cidade de São Paulo.Ano de publicação: 2006Palavras-chave: Inclusão Digital; Educação; Internet; Aprendizagem.



http://educarede.info/poie/

Corpo Negro na Moda



A Vogue americana de abril publicou esta capa com o jogador de basquete LeBron e a modelo brasileira Giselle envolvida em seus braços. A foto provocou uma polêmica entre os que atribuíam a uma exploração estereotipada da imagem do jogador com uma expressão associada, menos a um grito de "guerra" de um jogo e mais a imagem famosa do cartaz do filme com o gorila King Kong. Outros comentaristas de moda defenderam a idéia da capa pela "tendência ao choque" da opinião pública e também justificado como liberdade de expressão. Uma terceira posição foi a da jornalista da ESPN Jamele Hill que levantou a bola da questão e acha que o LeBron deveria cuidadar melhor da imagem.
Imagem da capa:



Imagem e imaginário [antiga, mas... renovável?]:


CONGRESSOS ~ CONFERÊNCIAS - PRÊMIOS - REUNIÕES

2° Seminário sobre Informação na Internet
Conteúdos e InfodiversidadeDias: 27 a 30 de Julho de 2008
http://si2008.ibict.br/


Objetivos

Analisar os aspectos relativos à transmissão, armazenamento, preservação e divulgação da informação por meio da WEB, bem como as políticas nacionais de conteúdos digitais e de governança na Internet com vistas a uma adequada inclusão digital da sociedade.


Público-Alvo
O segundo seminário, da mesma forma que sua primeira versão, terá como público-alvo profissionais ligados aos seguintes segmentos: mecanismos de busca, provedores e portais de acesso, comércio eletrônico, cursos de informática, revistas de informática, softwares, órgãos governamentais, bibliotecas e serviços de informação.

Temário
WEB 2.0: mitos e limites Divulgação Científica e contribuição da Internet para diminuir distâncias entre ciência e sociedade
Preservando a Fronteira Digital Gerenciando conteúdos na WEB Políticas nacionais de conteúdos digitais Experiências empresariais de apoio ao acesso digital à informação
Informação governamental na Internet Inclusão digital e uso de informação Governança na Internet

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II Congresso Ibero Americano de Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva (GeCIC)
Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva e Potencialidades TecnológicasDia: 31 de Julho a 1° de Agosto de 2008
http://si2008.ibict.br/

Objetivos
Discutir o papel da Inteligência Competitiva e da Gestão do Conhecimento nas políticas públicas e no sistema de ICT, inclusive na informação científica, tecnológica e industrial, com sua infra-estrutura: sistemas, redes, centros, produtos e serviços de informação, pesquisas, cursos, eventos técnico-científicos e associações profissionais.

Público-Alvo
Empresas, universidades, institutos de pesquisa, entidades e órgãos do governo, pesquisadores, estudantes e interessados, visando à articulação entre as entidades e seus profissionais.

Tema Central:
Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva e Potencialidades Tecnológica


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V PRÊMIO IBEROAMERICADO DE CIDADES DIGITAIS


Pêmio interessante... como está o Brasil nesta?




Este é o banner do V Prêmio Íbero-americano de Cidades Digitais - 2008. O Brasil figura com dois prêmios na categoria cidades peguenas: menos de 100.000 habitantes. Interessa-me saber quais os critérios, indicadores, medidas para que uma cidade possa pleitear este prêmio.


Para nosso conhecimento, veja como um sítio do méxico conceitua o que são CIDADES DIGITAIS:


"¿Qué es una ciudad digital?Es una comunidad concentrada en un área geográfica que en su evolución adopta las TIC para transformar el quehacer cotidiano de sus actores, con el objetivo de propiciar la sustentabilidad integral (económico, política, social, ambiental) y mejorar la calidad de vida de sus habitantes." http://www.e-mexico.gob.mx/wb2/eMex/eMex_Ciudades_Digitales


Fonte: http://www.e-mexico.gob.mx/wb2/eMex/eMex_III_Premio_Iberoamericano_de_Ciudades_Digital

Banda larga é a infra-estrutura do futuro, diz secretário

O secretário de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, afirmou ontem (09/07) no 1º Fórum Latino-Americano de Inclusão Digital, que a banda larga é a infra-estrutura do futuro e que os recentes acontecimentos em São Paulo mostraram o quanto a sociedade já depende dessa tecnologia. Ele referiu-se à pane ocorrida na rede da empresa Telefônica na última semana que causou a desconexão de parte da rede na cidade de São Paulo e que atingiu também outros municípios do estado.


"Esse problema causou prejuízos ao Estado e às transações comerciais na principal cidade de negócios do país", disse. "Num mundo cada mais dependente das tecnologias da informação, a sociedade precisa estar conectada 24 horas por dia, 365 dias por ano." O Fórum, que ocorreu em Brasília, foi promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados. Do painel também participaram a Diretora do Programa Computadores para Educar da Colômbia, Martha Castellanos, e o coordenador do Portal e-México, Alexandro Pulido. Para massificar a infra-estrutura de banda larga, o secretário aposta na utilização do WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access) na criação de uma rede comunitária de uso público para resolver a grande limitação de difusão da banda larga atualmente no país, que é o alto custo de conexão para o usuário final.


Ele explicou no evento que a idéia é reservar algumas freqüências para a implantação de uma rede capaz de compartilhar infra-estrutura entre os diferentes órgãos e entes da federação, empresas privadas e provedores de acesso. Durante o Fórum de Inclusão Digital, Santanna também destacou os esforços do Governo Federal para incluir os cidadãos brasileiros. Entre as iniciativas citou os programas "Computador para Todos", "Banda Larga nas Escolas" e o Projeto Computadores para Inclusão, esse último, coordenado pela SLTI. O Projeto Computadores para Inclusão é uma rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática descartados por órgãos públicos, empresas e pessoas físicas. Esses equipamentos são recuperados por jovens aprendizes que atuam nos centros localizados em Porto Alegre, Guarulhos, Belo Horizonte e Gama (DF) e destinados a iniciativas de inclusão digital em todo o país.


O secretário Rogério Santanna também citou na ocasião outras iniciativas voltadas para a acessibilidade dos portais e páginas de governo como o Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (e-MAG) e o Avaliador e Simulador para a Acessibilidade de Sítios (ASES). O Ases é um software livre para avaliar, simular e corrigir a acessibilidade de portais e sítios públicos, disponibilizado à sociedade em parceria com a Oscip Acessibilidade Brasil.


Publicado em 10/07/2008

Sistematização de programas nacionais de Inclusão Digital

Monitoramento a ser construído e sempre atualizado através das visitas constantes aos Sites Governamentais que tratam da Inclusão Digital, sempre buscando informações refeentes ao acesso ou não, da população negra.

Fazer uma análise dos ítens apresentados - Julho2008
Identificar a abrangência destes programas - 2008
Propor uma sequência de temas a serem abordados

Fontes a serem pesquisadas
http://www.inclusaodigital.gov.br/

4 de jul. de 2008

NOTÍCIAS SOBRE BANDA LARGA NO BRASIL

Apresentação de informações referentes à disponibilidade, uso e dificuldades em relação ao acesso à Internet via BANDA LARGA. Sempre procurando informações com recorte racial, territorial e de gênero.

Apenas 300 dos mais de 5 mil municípios brasileiros são bem atendidos por Web banda larga


São Paulo, 03 de janeiro de 2007 – Apenas 300 dos mais de 5 mil municípios brasileiros são bem atendidos por banda larga, segundo o chefe de gabinete adjunto de Agenda da Presidência da República, Cezar Alvarez. O motivo apontado por Alvarez é que não há interesse de mercado em fazer o investimento em locais com pequenas populações.

Por isso, segundo ele, o governo está negociando com as concessionárias a instalação da banda larga em todas as escolas públicas do País, como forma de ampliação do mercado. Ele destacou o papel do acesso à tecnologia digital na educação e no acesso à informação, além do aumento da produtividade nas empresas. Alvarez ainda ressaltou que não há interesse das concessionárias de telefonia em ampliar os serviços de planos populares de acesso à Internet discada.

Orelhão e fax
O chefe de gabinete explicou ainda que os técnicos do governo se deram conta, há pouco tempo, de que a obrigação de instalação de serviços de telecomunicações (PSTs) não é mais a melhor alternativa para as comunidades sem Internet. "O que adiantaria ter os postos com orelhões e um fax, além de um terminal qualquer de acesso à Internet, sem passar nas escolas e nas casas das pessoas?", questionou.

Cezar Alvarez participou da audiência pública promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para discutir novas metas para o PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização) da telefonia fixa.

Segundo ele, a inclusão digital é objeto de políticas públicas, mas é necessário que, além do governo, outras entidades possam colaborar para isso. Alvarez ressaltou que o barateamento dos equipamentos e a modernização dos espaços públicos para inclusão digital, os telecentros, são algumas das linhas de atuação para ampliar a inclusão digital.

19 de out. de 2007

OBSERVATÓRIO DO RACISMO VIRTUAL

Apresentação
A representação da diversidade brasileira, quando observadas a partir do espaço virtual, demonstra que processos excludentes, da imagem e acesso do/da negro/a nos espaços midiáticos digitais repetem e reforçam a invisibilidade, exclusão, racismos e estereótipos. Este OBSERVATÓRIO é um espaço para difusão e análise de idéias, pesquisas e informações [dados] sobre as discussões visando denunciar e superar o RACISMO VIRTUAL alcançando-se uma real INCLUSÃO DIGITAL.

Objetivo
O objetivo do ORV é, portanto, organizar de forma estruturada e sistemática informações disponíveis em relação ao acesso/não acesso à internet e seus serviços, a fim de favorecer a tomada de posição por gestores/as do setor, agências, organismos reguladores, instituições, ong's e instituições acadêmicas. tem também o objetivo de se constituir num espaço de compartilhamento de experiências, práticas e conhecimentos tornando-se uma referência de geração de informação sobre o Racismo Virtual e suas diversas facetas.



Metodologia
Dimensão política, onde surgem recomendações para a superação do racismo virtual
Dimensão técnica, onde estão as identificações das temáticas e a realização do diagnóstico situacional e levantamento dos indicadores a serem trabahados/monitorados. Verificar a necessidade de se constituir uma rede de observação destes indicadores, tornando a leitura da realidade (através de dados estatísticos muitas vezes) a base para a constituição da legitimidade das recomendações que possam vir a ser apresentadas.


Conceitos/Temas

  • Racismo Virtual
  • Indicadores Sociais (recorte em raça, gênero, educação e território)
  • Desigualdades e População Negra
  • Inclusão Digital (inclusão sócio-digital, info-inclusão)
  • Exclusão Digital (rechas digitais, fraturas digitais)
  • Sociedade da Informação
  • Tecnologia da Informação e Comunicãção
  • Educação das Relações Étnico-Raciais no mundo virtual

Indicadores de Monitoramento

  • Fazer levantamento dos indicadores

Espero ir atualizando este blog com as novas e contemporâneas idéias sobre a temática. Aceitaremos as diversas falas e saberes aqui neste espaço virtual.

Abraços, Agnaldo Neiv
a