10 de out. de 2008
A Moda é Racista no Brasil? E a Internet?
Há anos modelos negros brasileiros reclamam em vão da falta de oportunidades neste mercado de trabalho. É verdade também que falar em discriminação nas passarelas na sociedade multirracial brasileira é um sacrilégio passivo de receber um Alto da Fé em praça pública.
Segundo os profissionais da área no país, a falta de modelos negros nas passarelas, e nas principais capas de revistas de moda, é decorrente do fato de que a moda no país é somente um espelho do que a sociedade representa em geral. Em outras palavras, a nossa "mistura" racial é importante somente para abolir o debate sobre a existência ou não do racismo. Porém, ela não é importante o suficiente para mostrar ao mundo a "verdadeira" cor do brasileiro. Continua...
Fonte: Correio Nagô
Segundo os profissionais da área no país, a falta de modelos negros nas passarelas, e nas principais capas de revistas de moda, é decorrente do fato de que a moda no país é somente um espelho do que a sociedade representa em geral. Em outras palavras, a nossa "mistura" racial é importante somente para abolir o debate sobre a existência ou não do racismo. Porém, ela não é importante o suficiente para mostrar ao mundo a "verdadeira" cor do brasileiro. Continua...
Fonte: Correio Nagô
4 de out. de 2008
SEPPIR reativa OUVIDORIA
A SEPPIR volta a oferecer ao público o serviço de ouvidoria. A função básica será receber denúncias de racismo e discriminação racial e encaminhá-las aos órgãos responsáveis nas esferas federal, estaduais e municipais. Além disso, o novo ouvidor da SEPPIR, Dr. Carlos Moura, pretende realizar ações preventivas e educativas para reduzir a ocorrência de casos de preconceito. Seu primeiro projeto neste sentido será a criação de um manual para orientar os órgãos estaduais/ municipais de promoção da Igualdade Racial no trato de questões desta natureza. O telefone da Ouvidoria da SEPPIR é o (61)3411-3695.
Fonte: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR
Fonte: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR
3 de out. de 2008
A Pornografia Infantil Virtual e as Dificuldades Jurídicas para Combatê-La - O caso do Second Life
Há pouco mais de uns três meses, uma reportagem noticiou que usuários do site Second Life(1) estariam sendo investigados pela polícia alemã sob acusação de práticas pedófilas. Segundo a notícia(2), os pedófilos estariam atuando nesse “mundo virtual” através de seus personagens (avatares)(3), para representar atos que envolvem sexo com crianças.
Em uma das cenas registradas, a imagem computadorizada de uma criança é abordada por um adulto, que lhe entrega quantia equivalente a dois euros e, então, a leva a um quarto, onde abusa dela sexualmente. Em outra cena denunciada pela reportagem, um grupo de usuários do Second Life assiste a seguidos estupros de uma menina virtual de 13 anos.
A empresa Linden Lab, baseada em São Francisco (EUA), criadora do jogo Second Life(4), afirmou que vai colaborar com a Agência Central de Prevenção à Pornografia Infantil, baseada na cidade de Halle, na Alemanha, na identificação dos usuários envolvidos nos atos virtuais. O promotor alemão Peter Vogt, responsável pelas investigações, assegurou que sua intenção é identificar os usuários e levá-los à Justiça(5). Continua...
Por Democrito Reinaldo Filho. Publicado no Alfa-Redi, Fonte Link.
Em uma das cenas registradas, a imagem computadorizada de uma criança é abordada por um adulto, que lhe entrega quantia equivalente a dois euros e, então, a leva a um quarto, onde abusa dela sexualmente. Em outra cena denunciada pela reportagem, um grupo de usuários do Second Life assiste a seguidos estupros de uma menina virtual de 13 anos.
A empresa Linden Lab, baseada em São Francisco (EUA), criadora do jogo Second Life(4), afirmou que vai colaborar com a Agência Central de Prevenção à Pornografia Infantil, baseada na cidade de Halle, na Alemanha, na identificação dos usuários envolvidos nos atos virtuais. O promotor alemão Peter Vogt, responsável pelas investigações, assegurou que sua intenção é identificar os usuários e levá-los à Justiça(5). Continua...
Por Democrito Reinaldo Filho. Publicado no Alfa-Redi, Fonte Link.
O que é essa reportagem????????
Essa é uma típica reportagem que trata de segurança na internet. Qual é o crime aqui? Você percebe quem é o alvo dos ciberassediadores? Aparentemente uma reportagem inocente, mas que sintetiza muito do que queremos discutir aqui, no blog Observatório do RACISMO VIRTUAL. Se adentrarmos a reportagem, percebemos vários indícios a partir da escolha das imagens a serem demonstradas. Em sua maioria apresentam crianças brancas, indefesas, prontas para serem ciberassediadas.
Vamos refletir: a população negra é formada por 50% de negros. (Isso para não falar de algumas cidades ou até mesmo estados em que ela ultrapassa 60%) De acordo com o IBGE, em 98% dos lares brasileiros está lá, a TV. Mas quando analizamos a participação de negros e negras em suas diversas e diferentes programações, percebemos, isto é, não percebemos a participação de negros. E quando aparecem, são como babás, trabalhadoras domésticas, corruptas, drogados/as, ledrões, motivo de chacotas, etc..... a lista pode ser interminável.
Bem... a reportagem foi achada num site chamado EducaRede..... Educar a rede? Que rede? A rede de quem?????????
É tempo!!!!!
Se desejar ver o restante da reportagens da página, é só acessar: http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=comunidade_virtual.publicacao&&id_comunidade=0&ID_PUBLICA=6474
30 de set. de 2008
I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre da América Latina na Latinoware 2008
Nos dias 30, 31 de Outubro e 1 de novembro, Foz do Iguaçu será a sede da V Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2008.
Reconhecendo a importância da utilização de Softwares Livres no processo Educacional, seja este popular ou formal, acontecerá na Latinoware 2008 o I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre da América Latina como forma de viabilizar/potencializar os debates de utilização do Software Livre em projetos sociais e escolas.
Fonte: http://mulheres.softwarelivre.org/news/12124
Reconhecendo a importância da utilização de Softwares Livres no processo Educacional, seja este popular ou formal, acontecerá na Latinoware 2008 o I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre da América Latina como forma de viabilizar/potencializar os debates de utilização do Software Livre em projetos sociais e escolas.
Fonte: http://mulheres.softwarelivre.org/news/12124
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27 de set. de 2008
Fronteiras Digitais: A riqueza na base da pirâmide dos bits
Um dos fenômenos qualitativamente mais interessantes na evolução recente do uso da Internet no Brasil é sua utilização pelas camadas de baixa renda. De acordo com o IBOPE Mídia, esse grupo já respondia por 50% do total de usuários da Internet no final do ano passado, contra 39% em abril de 2004.
Os dados do Comitê Gestor apontam que, graças à explosão do acesso em LAN Houses, 38% das pessoas integrantes da classe C, e 14% das classes D/E, já utilizam a rede com alguma regularidade. Quando analisamos o tipo de sites mais utilizados segundo os dados do Comitê Gestor, verificamos que as classes populares apresentam uma utilização menos variada da Web, exceto em três aspectos: sites de comunidade, busca de empregos e games, conforme verificamos na tabela abaixo.
Essa diferença pode ser explicada pelo fato de que, como já destacamos em outras ocasiões, a tecnologia não existe “no vácuo”. Há uma apropriação do seu uso de acordo com o contexto de vida dos usuários. No caso das camadas mais populares, a solidariedade da vizinhança sempre foi um importante fator para enfrentar as dificuldades diárias. A alta intensidade dos contatos comunitários no mundo analógico é um elemento importante da sua estratégia de sobrevivência, refletido também no “mundo digital”. Além disso, possibilita o reforço de vínculos que a distância/custos tornam proibitivos (familiares distantes etc.).
Estas pesquisas e análise de dados sempre esquecem de apresentar os devidos recortes, principalmente o recorte racial através das categorais utilizadas pelo IBGE (preto, pardo, branco, amarelo e indígena). Com este recorte, dá pra desenvolver análises interessantes e que este blog tenta abarcar. Continua...
Fonte: Blog ideia2.0
Os dados do Comitê Gestor apontam que, graças à explosão do acesso em LAN Houses, 38% das pessoas integrantes da classe C, e 14% das classes D/E, já utilizam a rede com alguma regularidade. Quando analisamos o tipo de sites mais utilizados segundo os dados do Comitê Gestor, verificamos que as classes populares apresentam uma utilização menos variada da Web, exceto em três aspectos: sites de comunidade, busca de empregos e games, conforme verificamos na tabela abaixo.
Principais atividades realizadas na Internet, por Classe Social*
Essa diferença pode ser explicada pelo fato de que, como já destacamos em outras ocasiões, a tecnologia não existe “no vácuo”. Há uma apropriação do seu uso de acordo com o contexto de vida dos usuários. No caso das camadas mais populares, a solidariedade da vizinhança sempre foi um importante fator para enfrentar as dificuldades diárias. A alta intensidade dos contatos comunitários no mundo analógico é um elemento importante da sua estratégia de sobrevivência, refletido também no “mundo digital”. Além disso, possibilita o reforço de vínculos que a distância/custos tornam proibitivos (familiares distantes etc.).Estas pesquisas e análise de dados sempre esquecem de apresentar os devidos recortes, principalmente o recorte racial através das categorais utilizadas pelo IBGE (preto, pardo, branco, amarelo e indígena). Com este recorte, dá pra desenvolver análises interessantes e que este blog tenta abarcar. Continua...
Fonte: Blog ideia2.0
24 de set. de 2008
CARURU FESTEJA INAUGURAÇÃO DE CENTRO DIGITAL DE CIDADANIA EM TERREIRO DE CANDOMBLÉ
Um Caruru em devoção aos Ibejis, entidades do Candomblé que representam as crianças, vai festejar a inauguração do Centro Digital de Cidadania (CDC) no terreiro Oia Deji, em Paripe. De Nação Ketu, a comunidade vai oferecer o almoço para 200 pessoas com todo o ritual, incluindo os sete meninos, nesta quinta-feira (25), a partir das 12h30.
A unidade do programa Cidadania Digital vai atender à comunidade do entorno do Terreiro, especialmente jovens que passam a ter acesso gratuito a computadores e às ferramentas da informática. Já são mais de 500 centros em operação, distribuídos em mais de 400 municípios baianos.
Esta é uma das formas de apropriação do universo digital num Estado que é campeão em desigualdade digital e social. Estes espaços apropriados por expressões do movimento negro brasileiro encara a inclusão digital como um fator que dará possibilidade para suas comunidades, mas precisa estar atento/a para os conteúdos que serão construídos, distribuídos, acessados por estes espaços. Uma grande discussão que é necessário se fazer é como superar a produção de conteúdos com cunho racista e que necessitam ser denunciados.
Fonte e mais informações: Agecom
A unidade do programa Cidadania Digital vai atender à comunidade do entorno do Terreiro, especialmente jovens que passam a ter acesso gratuito a computadores e às ferramentas da informática. Já são mais de 500 centros em operação, distribuídos em mais de 400 municípios baianos.
Esta é uma das formas de apropriação do universo digital num Estado que é campeão em desigualdade digital e social. Estes espaços apropriados por expressões do movimento negro brasileiro encara a inclusão digital como um fator que dará possibilidade para suas comunidades, mas precisa estar atento/a para os conteúdos que serão construídos, distribuídos, acessados por estes espaços. Uma grande discussão que é necessário se fazer é como superar a produção de conteúdos com cunho racista e que necessitam ser denunciados.
Fonte e mais informações: Agecom
Foto: Genilson Coutinho
+ informações sobre Caruru dos Ibejis: Blog Fazer Valer a Lei 11.645/08 ou Blog Mundo Afro
22 de set. de 2008
Para ter ciberdireito, é preciso uma ciberconstituição
A idéia de que é difícil combater crimes cometidos pela internet ou enquadrar as ações da rede mundial por falta de lei é estória para boi dormir. O que falta é preparo dos agentes da Polícia e da Justiça e boa vontade de interpretar a legislação que já existe para aplicar às infrações cometidas com a ajuda de computadores.
A opinião é do advogado Amaro Moraes e Silva Neto, um dos primeiros a estudar e escrever sobre a aplicação do Direto às novas tecnologias. Para o advogado, a lei precisa só de pequenos ajustes para fazer frente à internet. “São as pessoas que cometem os crimes e fazem as irregularidades. Só deve existir ciberdireito quando as máquinas fizerem isso sozinhas”, afirma.
Em entrevista à revista Consultor Jurídico, Amaro Moraes defendeu que as regras que valem para o mundo físico valem para o digital. Aliás, trata-se do mesmo mundo. “Para existir ciberdireito é preciso de uma ciberconstituição, que autorizaria a abertura de cibercódigos para cibercoisas.”
Formado em Direito pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, Amaro Moraes é advogado e autor de diversos livros sobre o Direito e a tecnologia. No livro E-mails Indesejados à Luz do Direito Brasileiro, lançado há mais de cinco anos, já defendia parte das idéias sobre as quais discorre na entrevista. Ele defende que a internet não criou um novo bem jurídico a ser tutelado. “Quando surgiu o telefone, não surgiu o Direito Telefônico. Quando surgiu a TV, não surgiu o Direito Televisivo.”
Leia a e n t r e v i s t a . . .
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2008
Direito real - por Maurício Cardoso e Rodrigo Haidar
A opinião é do advogado Amaro Moraes e Silva Neto, um dos primeiros a estudar e escrever sobre a aplicação do Direto às novas tecnologias. Para o advogado, a lei precisa só de pequenos ajustes para fazer frente à internet. “São as pessoas que cometem os crimes e fazem as irregularidades. Só deve existir ciberdireito quando as máquinas fizerem isso sozinhas”, afirma.
Em entrevista à revista Consultor Jurídico, Amaro Moraes defendeu que as regras que valem para o mundo físico valem para o digital. Aliás, trata-se do mesmo mundo. “Para existir ciberdireito é preciso de uma ciberconstituição, que autorizaria a abertura de cibercódigos para cibercoisas.”
Formado em Direito pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, Amaro Moraes é advogado e autor de diversos livros sobre o Direito e a tecnologia. No livro E-mails Indesejados à Luz do Direito Brasileiro, lançado há mais de cinco anos, já defendia parte das idéias sobre as quais discorre na entrevista. Ele defende que a internet não criou um novo bem jurídico a ser tutelado. “Quando surgiu o telefone, não surgiu o Direito Telefônico. Quando surgiu a TV, não surgiu o Direito Televisivo.”
Leia a e n t r e v i s t a . . .
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2008
Direito real - por Maurício Cardoso e Rodrigo Haidar
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Crime Virtual
21 de set. de 2008
+ Jurisprudência - Saiba quais são as dificuldades em se pegar bandidos virtuais
Polícia esbarra na falta de unidades e de profissionais capacitados nesse tipo de operação
Em vez de armas e coletes à prova de bala, é com teclado, mouse e técnicas de interceptação telemática que a polícia tenta combater um dos tipos de crimes que mais se proliferam. Ele ocorre na internet, sem sangue ou violência, e usa e-mails aparentemente inofensivos como isca. Os bandidos estão cada vez mais audazes, já que a polícia esbarra na falta, primeiro, de unidades e profissionais capacitados nesse tipo de operação e, segundo, em uma legislação específica para enquadrar os criminosos. Continua...
Fonte: ClocRBS Tecnologia
Vanessa Nunes vanessa.nunes@zerohora.com.br
Em vez de armas e coletes à prova de bala, é com teclado, mouse e técnicas de interceptação telemática que a polícia tenta combater um dos tipos de crimes que mais se proliferam. Ele ocorre na internet, sem sangue ou violência, e usa e-mails aparentemente inofensivos como isca. Os bandidos estão cada vez mais audazes, já que a polícia esbarra na falta, primeiro, de unidades e profissionais capacitados nesse tipo de operação e, segundo, em uma legislação específica para enquadrar os criminosos. Continua...
Fonte: ClocRBS Tecnologia
Vanessa Nunes vanessa.nunes@zerohora.com.br
+ Pesquisa - Preconceito racial existe dentro de mundos virtual
Especialistas em comportamento da Northwestern University, nos Estados Unidos, realizaram uma pesquisa que mostra que as pessoas mantêm seu padrão de comportamento e predisposições ao preconceito mesmo em mundos virtuais.
O estudo foi realizado dentro dos servidores do mundo virtual There.com, com um avatar criado pelos pesquisadores que escolhiam outros avatares aleatoriamente, sem que estes soubessem estar sendo objetos de pesquisa.Dois métodos de aproximação foram usados: no primeiro, um pedido fácil de ser atendido era feito, seguido por um pedido moderado.
Nesse caso, noticiou o site The Inquirer, o pedido era "posso tirar uma foto sua?", seguido pelo pedido de "você se teleportaria para a praia comigo e permitiria tirar uma foto sua?"Já o segundo método sugeria uma resposta negativa, iniciado por um pedido difícil (tirar fotos em cinqüenta lugares diferentes), uma tarefa que levaria cerca de duas horas, seguido do pedido moderado de teleporte para a praia.
De acordo com o site IT News, como os pesquisadores esperavam, no segundo método o pedido moderado era mais fácil de ser atendido se precedido pelo difícil. Houve um aumento de 20% na aceitação pelos outros avatares quando usado o segundo método, em relação ao primeiro.Mas, quando o avatar possuía pele escura, os resultados mudavam muito. Embora no primeiro método não tenha sido notado racismo, no segundo, quando um avatar com pele escura era utilizado, o aumento foi de apenas 8%, contra o aumento de 20% detectado quando o avatar possuía pele clara. Os pesquisadores explicaram que a segunda técnica reflete a tendência psicológica para responder a um pedido, afetada pela consideração de se o requerente merece ou não ser impressionado pela concessão.
O estudo concluiu que, como na vida real e seguindo modelos de estudos reais semelhantes a estes, o padrão é o mesmo e é levado em conta raça, sexo e beleza física. "O estudo sugere que interações entre estranhos em mundos virtuais são muito similares a interações entre estranhos no mundo real. Você poderia pensar que enquanto está nessa terra de fantasia deve agir diferente, mas as pessoas exibiram o mesmo tipo de comportamento", explicou Paul W. Eastwick, responsável pela pesquisa.
Fonte: Geek - Publicado em 15/09/2008 05:09 - 1601 exibições
O estudo foi realizado dentro dos servidores do mundo virtual There.com, com um avatar criado pelos pesquisadores que escolhiam outros avatares aleatoriamente, sem que estes soubessem estar sendo objetos de pesquisa.Dois métodos de aproximação foram usados: no primeiro, um pedido fácil de ser atendido era feito, seguido por um pedido moderado.
Nesse caso, noticiou o site The Inquirer, o pedido era "posso tirar uma foto sua?", seguido pelo pedido de "você se teleportaria para a praia comigo e permitiria tirar uma foto sua?"Já o segundo método sugeria uma resposta negativa, iniciado por um pedido difícil (tirar fotos em cinqüenta lugares diferentes), uma tarefa que levaria cerca de duas horas, seguido do pedido moderado de teleporte para a praia.
De acordo com o site IT News, como os pesquisadores esperavam, no segundo método o pedido moderado era mais fácil de ser atendido se precedido pelo difícil. Houve um aumento de 20% na aceitação pelos outros avatares quando usado o segundo método, em relação ao primeiro.Mas, quando o avatar possuía pele escura, os resultados mudavam muito. Embora no primeiro método não tenha sido notado racismo, no segundo, quando um avatar com pele escura era utilizado, o aumento foi de apenas 8%, contra o aumento de 20% detectado quando o avatar possuía pele clara. Os pesquisadores explicaram que a segunda técnica reflete a tendência psicológica para responder a um pedido, afetada pela consideração de se o requerente merece ou não ser impressionado pela concessão.
O estudo concluiu que, como na vida real e seguindo modelos de estudos reais semelhantes a estes, o padrão é o mesmo e é levado em conta raça, sexo e beleza física. "O estudo sugere que interações entre estranhos em mundos virtuais são muito similares a interações entre estranhos no mundo real. Você poderia pensar que enquanto está nessa terra de fantasia deve agir diferente, mas as pessoas exibiram o mesmo tipo de comportamento", explicou Paul W. Eastwick, responsável pela pesquisa.
Fonte: Geek - Publicado em 15/09/2008 05:09 - 1601 exibições
MP diz que sentença [que absolve RACISTA VIRTUAL] é equívoco
Brasília – Nas onze páginas do recurso apresentado ao Tribunal de Justiça de Brasília, a promotora Laís Cerqueira Silva, do Núcleo de Combate à Discriminação Racial do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, demonstra os equívocos e a parcialidade da incrível sentença da juíza Geilza Cavalcanti Diniz, da 6ª Vara Criminal de Brasília, que absolveu o estudante Marcelo Valle Silveira Mello, um reu confesso de prática de Racismo Virtual.Observando partes do Recurso, combinado com as declarações da promotora, percebemos que O MPDFT, "requer que o acusado seja condenado nos exatos termos da denúncia, uma vez que a manutenção da sentença proferida pela 6ª Vara Criminal significaria a aceitação de vários outros atos criminosos praticados por pessoas que usam a internet para agredir os negros, muitas vezes sob a proteção do anonimato. “O presente caso deve ser visto como emblemático”, afirma, no recurso, a Promotora. “É preciso desencorajar a escalada da violência”.
AQUI, APRESENTAMOS TODO O CASO. ESPERO SEU COMENTÁRIO, OK?
1. Veja na Afropress a íntegra do recurso, impetrado pelo Ministério Público, para que este caso patente de Racismo Virtual, não seja desconsiderado e tenhamos uma jurisprudência mais eficiente para os casos de racismo.
2. Íntegra da sentença da juíza Geilza Cavalcanti Diniz, da 6ª Vara Criminal de Brasília, que absolveu o estudante Marcelo Valle Silveira Mello.
3. Postagem relatando a absolvição da Juíza: http://observatoriodoracismovirtual.blogspot.com/2008_08_01_archive.html
PRIMEIRA TURMA DE COTISTAS SE FORMA NA UNB
Pessoas, esta matéria do Jornal O Globo é horrível. Primeiro fala que o acrescímo de pontos, 10% para estudantes de escola pública do interior, são cotas de 10% para escola pública (erro grave). Depois fala que a UNB reserva 10% das vagas para negros (na verdade reserva 20%). Segue dizendo que de 61 cursos analisados os cotistas tiveram menor desempenho, comparado com os não-cotistas, em 9 cursos, contudo a repórter faz questão de ressaltar o peso do "fracasso" neste 9 cursos. Coisas esquisita..... vocês não acham? Em 85% dos cursos analisados os dois grupos tiveram rendimento iguais e equilibrados, mas o que vale mais ser destacado é os 15% restantes. Será alguma técnica jornalística de prender a atenção do telespectador?
Mais erros grosseiros... a reporter entrevista três pessoas e não indica seus nomes ou cargos. Além disso, a matéria em todo o momento dá a entender que melhorar o ensino público resolveria o "problema" da incompetência dos candidatos pobres (nesse momento não falam mais dos negros). O "cientista social"(?) diz que com o tempo as cotas podem perder legitimidade política. Caramba daonde ele tirou isso???
Para finalizar com chave de ouro o âncora termina com um juízo de valor dizendo que "as cotas não podem esconder o maior problema do Brasil que é a qualidade do ensino".
Mais manipulação do que isso fica difícil... Sabemos que esta é uma mídia a serviço dos não negros e que durante todo este tempo fará de tudo para, desviar sua atenção para a relaçã que estrutura a nossa sociedade brasileira: as relações raciais. Invisibilizar, tornar de menor valor, desconsiderar as vitórias políticas da população negra nunca serão notícias.... Racismo Midiático na veia todo dia, pode nos deixar, inertes.
Fonte Globo.com e Blog AldeiaGriot
Mais erros grosseiros... a reporter entrevista três pessoas e não indica seus nomes ou cargos. Além disso, a matéria em todo o momento dá a entender que melhorar o ensino público resolveria o "problema" da incompetência dos candidatos pobres (nesse momento não falam mais dos negros). O "cientista social"(?) diz que com o tempo as cotas podem perder legitimidade política. Caramba daonde ele tirou isso???
Para finalizar com chave de ouro o âncora termina com um juízo de valor dizendo que "as cotas não podem esconder o maior problema do Brasil que é a qualidade do ensino".
Mais manipulação do que isso fica difícil... Sabemos que esta é uma mídia a serviço dos não negros e que durante todo este tempo fará de tudo para, desviar sua atenção para a relaçã que estrutura a nossa sociedade brasileira: as relações raciais. Invisibilizar, tornar de menor valor, desconsiderar as vitórias políticas da população negra nunca serão notícias.... Racismo Midiático na veia todo dia, pode nos deixar, inertes.
Fonte Globo.com e Blog AldeiaGriot
18 de set. de 2008
+ PESQUISA: Indicadores sociais da população negra têm melhoras, mas condições de vida seguem inferiores às dos brancos
Os índices de escolaridade, renda e pobreza da população negra registraram melhoras entre 1996 e 2006, mas as condições de vida continuam inferiores às dos brancos no Brasil. A avaliação é de estudo sobre desigualdade racial e de gêneros divulgado nesta terça-feira (9) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O estudo do Ipea tomou como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) lançadas pelo IBGE entre os anos de 1993 e 2006. A designação "branco" ou "negro" foi estabelecida segundo autodeclaração dos pesquisados. Continua...
Fonte: Fundação Palmares
+ Fontes: Blog Mundo Afro
O estudo do Ipea tomou como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) lançadas pelo IBGE entre os anos de 1993 e 2006. A designação "branco" ou "negro" foi estabelecida segundo autodeclaração dos pesquisados. Continua...
Fonte: Fundação Palmares
+ Fontes: Blog Mundo Afro
MP de Brasília espera condenação de estudante que cometeu Racismo Virtual
Brasília – A promotora Laís Cerqueira Silva, do Núcleo de Combate à Discriminação Racial do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, disse que está confiante na revisão da sentença que absolveu o estudante Marcelo Valle Silveira Mello, 23 anos, do crime de racismo.
Ela recorreu da sentença da juíza da 6ª Vara Criminal de Brasília, Geílza Fátima Cavalcanti Diniz, da 6ª Vara Criminal de Brasília que, no mês passado, absolveu o estudante, alegando que o mesmo, não cometeu crime algum e apenas manifestou seu inconformismo com o sistema de cotas.
Silveira Mello, o mesmo que em várias oportunidades atacou a Afropress, provocando a retirada da Agência do ar, foi denunciado pelo Ministério Púbico, em setembro de 2.005, por crime de racismo com base no artigo 20 da Lei 7.716/89, em virtude das mensagens que postava na Internet e em comunidades do Orkut.
Nas mensagens, chamava negros de “burros”, “macacos subdesenvolvidos”, “ladrões”, “vagabundos”, “malandros”, "sujos" e "pobres". Segundo a juíza Geilza Fátima, Valle, réu confesso no processo, tinha apenas “a intenção de se manifestar contra o sistema de cotas raciais, para o acesso às universidades públicas e não contra os negros”. Continua...
Fonte: Afropress - 16/9/2008
Ela recorreu da sentença da juíza da 6ª Vara Criminal de Brasília, Geílza Fátima Cavalcanti Diniz, da 6ª Vara Criminal de Brasília que, no mês passado, absolveu o estudante, alegando que o mesmo, não cometeu crime algum e apenas manifestou seu inconformismo com o sistema de cotas.
Silveira Mello, o mesmo que em várias oportunidades atacou a Afropress, provocando a retirada da Agência do ar, foi denunciado pelo Ministério Púbico, em setembro de 2.005, por crime de racismo com base no artigo 20 da Lei 7.716/89, em virtude das mensagens que postava na Internet e em comunidades do Orkut.
Nas mensagens, chamava negros de “burros”, “macacos subdesenvolvidos”, “ladrões”, “vagabundos”, “malandros”, "sujos" e "pobres". Segundo a juíza Geilza Fátima, Valle, réu confesso no processo, tinha apenas “a intenção de se manifestar contra o sistema de cotas raciais, para o acesso às universidades públicas e não contra os negros”. Continua...
Fonte: Afropress - 16/9/2008
12 de set. de 2008
PESQUISA: RETRATO DAS DESIGUALDADES DE GÊNERO E RAÇA
O presente documento apresenta uma análise preliminar de dados da 3ª edição do Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, estudo elaborado pelo Ipea desde 2005 com informações sobre a situação social brasileira sob a ótica dos dois determinantes principais das desigualdades existentes em nosso país.
A terceira edição completa apresentará os dados das Pnads de 1993 a 20071 sobre diferentes temáticas, com o recorte de sexo e de raça. Desta forma, será produzida uma série de cerca de 200 tabelas, disponibilizadas em Microsoft Excel, que retratam a realidade de brancos, negros, homens e mulheres em nosso país, e as mudanças ocorridas na última década.
Os temas abordados são:
População; Chefia de família; Educação; Saúde; Previdência e assistência social; Mercado de trabalho;Trabalho doméstico remunerado; Habitação e saneamento; Acesso a Acesso a bens duráveis e exclusão digital;Pobreza, distribuição e desigualdade de renda;
e Uso do tempo.
Fonte e mais informações:
A terceira edição completa apresentará os dados das Pnads de 1993 a 20071 sobre diferentes temáticas, com o recorte de sexo e de raça. Desta forma, será produzida uma série de cerca de 200 tabelas, disponibilizadas em Microsoft Excel, que retratam a realidade de brancos, negros, homens e mulheres em nosso país, e as mudanças ocorridas na última década.
Os temas abordados são:
População; Chefia de família; Educação; Saúde; Previdência e assistência social; Mercado de trabalho;Trabalho doméstico remunerado; Habitação e saneamento; Acesso a Acesso a bens duráveis e exclusão digital;Pobreza, distribuição e desigualdade de renda;
e Uso do tempo.
Fonte e mais informações:
9 de set. de 2008
1º Ano da Carta de Salvador - A Inclusão Digital está Acontecendo???
A Carta de Salvador foi entregue no dia 29 de novembro de 2007, ao assessor especial da Presidência da República, Cesar Alvarez, durante o encerramento da Sexta Oficina para Inclusão Digital.
Esta carta expressa o consenso, trabalhado a partir dos avanços já consolidados na V Oficina de Porto Alegre, e os que a subscrevem assumem o compromisso público de fazêla circular amplamente entre gestores públicos nas diferentes esferas governamentais e repercutila junto aos demais organismos da sociedade civil.
Destaques:
20. Que as políticas públicas de Inclusão Digital incluam as questões de gênero, raça, GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e traansgêneros), os povos indígenas, quilombolas, assentamentos rurais e as comunidades de pescadores artesanais;
26. Reivindicamos a criação em lei do Conselho Nacional de Inclusão Digital, com ampla participação de entidades da sociedade civil e movimentos sociais. O Conselho deve participar da definição das principais diretrizes da política pública de inclusão digital do país, bem como do cogerenciamento dos recursos públicos previstos para esse fim. A iniciativa deve ser replicada nos Estados e Municípios.
Subscreveram essa carta:
Cidadania Digital
Coletivo Digital
Intervozes
Rede Livre
Rede Marista de Solidariedade (RS)
Rits
Sampa.org
Salvador , 29 de novembro de 2007
Destaques:
20. Que as políticas públicas de Inclusão Digital incluam as questões de gênero, raça, GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e traansgêneros), os povos indígenas, quilombolas, assentamentos rurais e as comunidades de pescadores artesanais;
26. Reivindicamos a criação em lei do Conselho Nacional de Inclusão Digital, com ampla participação de entidades da sociedade civil e movimentos sociais. O Conselho deve participar da definição das principais diretrizes da política pública de inclusão digital do país, bem como do cogerenciamento dos recursos públicos previstos para esse fim. A iniciativa deve ser replicada nos Estados e Municípios.
Subscreveram essa carta:
Cidadania Digital
Coletivo Digital
Intervozes
Rede Livre
Rede Marista de Solidariedade (RS)
Rits
Sampa.org
Salvador , 29 de novembro de 2007
Enfrentando o Racismo Virtual: Serpro conclui capacitação de telecentristas do Roda Baiana
O curso de informática com software livre para o primeiro grupo de telecentristas dos terreiros do Engenho Velho da Federação em Salvador (BA) teve o objetivo de ampliar a inclusão social dos habitantes da área. Os jornais baianos divulgam o assassinato de um jovem de 25 anos no Engenho Velho da Federação, bairro de baixa renda e de maioria negra em Salvador. Notícias sobre violência vinculadas à localidade são freqüentes e deixam em estado de alerta moradores e autoridades.
No mesmo bairro, o Serpro, com a parceria de universidades, governo estadual e administração municipal, inaugurou três telecentros em terreiros de candomblé, dando continuidade ao projeto Roda Baiana, que tem o objetivo de ampliar a inclusão social e digital dos habitantes da área.No mesmo dia em que o jovem Wilton de Souza foi morto a tiros, a primeira turma de 14 telecentristas dos terreiros foi formada em curso com introdução a informática, internet, sistema operacional linux e BrOffice, com duração de 80 horas/aula nas dependências da Regional Salvador.
No encerramento realizado ontem, as próprias alunas e alunos destacaram que o projeto é uma excelente iniciativa para transformar o bairro em que vivem. “Estamos aqui para mudar a realidade de violência do Engenho Velho da Federação”, afirmou Andrea Batista Pinto, participante do curso.Agentes de mudançaUm dos professores da atividade e representante da área de redes do Serpro, Cristiano Silva, declarou-se feliz pela oportunidade de compartilhar conhecimentos, mas também atribuiu responsabilidades ao grupo. “Vocês agora são mensageiros de boas notícias”, referiu-se Cristiano, ao dizer que cada um dos presentes pode trabalhar para mudar as manchetes do bairro.
O coordenador regional de inclusão digital do Serpro, Jorge Vasconcelos, ressaltou a elevada auto-estima dos jovens formados mesmo diante das adversidades, lembrando aos mesmos que este é um momento que se tem de agarrar e levar para toda vida e para outras pessoas. Outra aluna, Cristiane Santos, também confirmou a importância do projeto. “Esta é uma porta que se abre”, declarou.
Trabalho socialNos três terreiros, que há três meses já contam com os telecentros, vários trabalhos já são desenvolvidos, entre eles, capoeira, dança, música, fotografia, alfabetização infantil e de adultos, bordado, culinária, curso de formação de raça e gênero, oficinas de costura e plantas medicinais.
Fonte: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/serpro-conclui-capacitacao-de-telecentristas-do-roda-baiana
Por Laura Tresca última modificação 04/09/2008 15:39
No mesmo bairro, o Serpro, com a parceria de universidades, governo estadual e administração municipal, inaugurou três telecentros em terreiros de candomblé, dando continuidade ao projeto Roda Baiana, que tem o objetivo de ampliar a inclusão social e digital dos habitantes da área.No mesmo dia em que o jovem Wilton de Souza foi morto a tiros, a primeira turma de 14 telecentristas dos terreiros foi formada em curso com introdução a informática, internet, sistema operacional linux e BrOffice, com duração de 80 horas/aula nas dependências da Regional Salvador.
No encerramento realizado ontem, as próprias alunas e alunos destacaram que o projeto é uma excelente iniciativa para transformar o bairro em que vivem. “Estamos aqui para mudar a realidade de violência do Engenho Velho da Federação”, afirmou Andrea Batista Pinto, participante do curso.Agentes de mudançaUm dos professores da atividade e representante da área de redes do Serpro, Cristiano Silva, declarou-se feliz pela oportunidade de compartilhar conhecimentos, mas também atribuiu responsabilidades ao grupo. “Vocês agora são mensageiros de boas notícias”, referiu-se Cristiano, ao dizer que cada um dos presentes pode trabalhar para mudar as manchetes do bairro.
O coordenador regional de inclusão digital do Serpro, Jorge Vasconcelos, ressaltou a elevada auto-estima dos jovens formados mesmo diante das adversidades, lembrando aos mesmos que este é um momento que se tem de agarrar e levar para toda vida e para outras pessoas. Outra aluna, Cristiane Santos, também confirmou a importância do projeto. “Esta é uma porta que se abre”, declarou.
Trabalho socialNos três terreiros, que há três meses já contam com os telecentros, vários trabalhos já são desenvolvidos, entre eles, capoeira, dança, música, fotografia, alfabetização infantil e de adultos, bordado, culinária, curso de formação de raça e gênero, oficinas de costura e plantas medicinais.
Fonte: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/serpro-conclui-capacitacao-de-telecentristas-do-roda-baiana
Por Laura Tresca última modificação 04/09/2008 15:39
CURSO GÊNERO, RAÇA E INCLUSÃO DIGITAL
A partir do próximo dia 08 do corrente mês, a Superintendência Especial de Políticas para as Mulheres de Salvador realizará a aula inaugural do curso Gênero, Raça e Inclusão Digital que será ministrado em quatro comunidades de Salvador: o Centro Histórico, Jaguaripe II, Calafate e Planalto Real e Plataforma.
Estes bairros foram escolhidos devido à concentração de populações menos assistidas da cidade (carente de serviços), e atendendo a antigas reivindicações destas organizações, que já possuíam estruturas, mas não tinham os profissionais. A proposta é levar o curso, que já é oferecido na sede da SPM desde 2006 (e já formou cerca de 3.000 mulheres), nos bairros onde residem.
Para muitas mulheres o deslocamento significa um custo alto. Com as aulas sendo oferecidas perto de suas casas, além da economia, elas são mais estimuladas a participar, pois suas colegas são suas amigas e vizinhas. A interação com a turma flui bem melhor e representa uma aproximação significativa da SPM com as comunidades, afirma Eliane Boa Morte, responsável pelo curso.
Fonte e mais informações: Site Correio Nagô
Estes bairros foram escolhidos devido à concentração de populações menos assistidas da cidade (carente de serviços), e atendendo a antigas reivindicações destas organizações, que já possuíam estruturas, mas não tinham os profissionais. A proposta é levar o curso, que já é oferecido na sede da SPM desde 2006 (e já formou cerca de 3.000 mulheres), nos bairros onde residem.
Para muitas mulheres o deslocamento significa um custo alto. Com as aulas sendo oferecidas perto de suas casas, além da economia, elas são mais estimuladas a participar, pois suas colegas são suas amigas e vizinhas. A interação com a turma flui bem melhor e representa uma aproximação significativa da SPM com as comunidades, afirma Eliane Boa Morte, responsável pelo curso.
Fonte e mais informações: Site Correio Nagô
8 de set. de 2008
Notícias: 2ª Semana Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação da Bahia
Enfim, recebo a comunicação de que estou inscrito na 2ª Semana... só me resta me preparar para entrar na discussão sobre esta temática no intuito de problematizar a discussão racial na construção desta discussão relativa à TIC's. Certamente serão discussões calorosas. Imagino poder levantar algumas das questões trabalhadas no blog.
Serão 4 dias. A cada dia, estarei apresentando uma síntese das discussões, sempre procurando avaliar como esta discussão invisibiliza a participação de negros e negras no processo de desenvolvimento da ciência neste país. Espero que sejam boas discussões.
"De: semana tic (semanadetic@gmail.com)
Enviada: terça-feira, 9 de setembro de 2008 0:02:03
Prezado(a),Gostariamos de informar a confirmação de sua participação na 2ª Semana Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação e lembrar que a mesma tem início amanhã (dia 09) às 18:30 no Hotel Fiesta.
Enviada: terça-feira, 9 de setembro de 2008 0:02:03
Prezado(a),Gostariamos de informar a confirmação de sua participação na 2ª Semana Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação e lembrar que a mesma tem início amanhã (dia 09) às 18:30 no Hotel Fiesta.
Legenda 1 - Foto mesa de abertura do Seminário. Até parece que as mulheres não estão discutindo, construindo, propondo, falando sobre TIC's.... Basta ver.... quem ocupa os lugares, pelo menos aqui na Bahia, da abertura da 2ª Semana de TIC. Uma aberração... mas vamos lá.
Mais informações: www.ticbahia.com.br/semanadetic
Comunidades negras na América Latina defendem Obama

Bogotá, 30 ago (EFE) - A possibilidade de que o próximo presidente dos Estados Unidos seja negro agrada os latino-americanos de origem africana, que vêem em Barack Obama a oportunidade de acabar com o racismo, disseram à Agência Efe alguns de seus representantes.
"Sua possível eleição (de Obama) como presidente dos EUA representa a quebra de vários estereótipos, o principal deles a discriminação racial", disse Zulu Araújo, presidente da Fundação Cultural Palmares.
Em média, um em cada cinco latino-americanos é descendente de negros e só no Brasil se prevê que a população mulata e negra de 2008 superará numericamente a branca por uma diferença mínima, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
"Representa um avanço da civilização em um país onde há 40 anos assassinavam Martin Luther King e o Ku Klux Klan atuava impunemente", acrescentou Zulu sobre senador democrata de Illinois, que é o primeiro negro a se tornar oficialmente candidato presidencial nos EUA.
Ela acredita que, se eleito presidente, Obama, que tem como rival o republicano John McCain, desenvolverá políticas de inclusão para os afrodescendentes.
Já no México, os negros têm presença em pequenas regiões de três dos 32 estados do país (Guerrero, Veracruz e Oaxaca) e não têm líderes representativos em nível nacional.
Para Lucía Cruz, da Organização de Desenvolvimento Étnico Comunitário Afrodescendente (ODECA) de Oaxaca, Obama "já ganhou pelo simples fato de ter sido nomeado".
Uma opinião similar compartilha a defensora dos direitos humanos da República Dominicana Sonie Pierre, de origem haitiana, que considera que a candidatura de Obama para as eleições de 4 de novembro reflete que as sociedades estão mudado e avançado.
O primeiro candidato negro ao Governo de Porto Rico, Rogelio Figueroa, assegurou que o fato de os EUA terem "superado o racismo na nomeação à Presidência" permite aspirar a melhores condições sociais.
Douglas Quintero, líder fundador da organização Afroamérica 21, que reúne vários grupos negros da América Latina e do Caribe, com sede no Equador, disse que com a candidatura de Obama, "aos poucos as barreiras e estereótipos vão se rompendo".
"A candidatura de Obama reflete que no mundo atual" basta "ter o conhecimento e a atitude suficientes" para exercer essa responsabilidade, acrescentou.
Um pouco distante desse otimismo, o fundador e ex-diretor da Rede de Organizações Afrovenezulanas, Jesús "Chucho" García, disse que "Obama não representa a posição da diáspora africana nos EUA (e que) sua formação teve mais a ver com a elite branca".
No entanto, García reconheceu que Obama representa "um discurso de novo tipo" nos EUA e no resto do mundo.
Inclusive o ex-presidente cubano Fidel Castro escreveu em uma de suas colunas que "do ponto de vista social e humano (Obama é) o mais avançado candidato à postulação presidencial" e que "não foi responsável pelos crimes cometidos (por Washington) contra Cuba".
Já o deputado uruguaio Edgardo Ortuño, de origem africana e da governista Frente Ampla, acredita que os EUA avançam "rumo à superação de centenas de anos de preconceitos e confrontos provocados pelo racismo". EFE
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL748518-5602,00COMUNIDADES+NEGRAS+NA+AMERICA+LATINA+DEFENDEM+OBAMA.html
"Sua possível eleição (de Obama) como presidente dos EUA representa a quebra de vários estereótipos, o principal deles a discriminação racial", disse Zulu Araújo, presidente da Fundação Cultural Palmares.
Em média, um em cada cinco latino-americanos é descendente de negros e só no Brasil se prevê que a população mulata e negra de 2008 superará numericamente a branca por uma diferença mínima, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
"Representa um avanço da civilização em um país onde há 40 anos assassinavam Martin Luther King e o Ku Klux Klan atuava impunemente", acrescentou Zulu sobre senador democrata de Illinois, que é o primeiro negro a se tornar oficialmente candidato presidencial nos EUA.
Ela acredita que, se eleito presidente, Obama, que tem como rival o republicano John McCain, desenvolverá políticas de inclusão para os afrodescendentes.
Já no México, os negros têm presença em pequenas regiões de três dos 32 estados do país (Guerrero, Veracruz e Oaxaca) e não têm líderes representativos em nível nacional.
Para Lucía Cruz, da Organização de Desenvolvimento Étnico Comunitário Afrodescendente (ODECA) de Oaxaca, Obama "já ganhou pelo simples fato de ter sido nomeado".
Uma opinião similar compartilha a defensora dos direitos humanos da República Dominicana Sonie Pierre, de origem haitiana, que considera que a candidatura de Obama para as eleições de 4 de novembro reflete que as sociedades estão mudado e avançado.
O primeiro candidato negro ao Governo de Porto Rico, Rogelio Figueroa, assegurou que o fato de os EUA terem "superado o racismo na nomeação à Presidência" permite aspirar a melhores condições sociais.
Douglas Quintero, líder fundador da organização Afroamérica 21, que reúne vários grupos negros da América Latina e do Caribe, com sede no Equador, disse que com a candidatura de Obama, "aos poucos as barreiras e estereótipos vão se rompendo".
"A candidatura de Obama reflete que no mundo atual" basta "ter o conhecimento e a atitude suficientes" para exercer essa responsabilidade, acrescentou.
Um pouco distante desse otimismo, o fundador e ex-diretor da Rede de Organizações Afrovenezulanas, Jesús "Chucho" García, disse que "Obama não representa a posição da diáspora africana nos EUA (e que) sua formação teve mais a ver com a elite branca".
No entanto, García reconheceu que Obama representa "um discurso de novo tipo" nos EUA e no resto do mundo.
Inclusive o ex-presidente cubano Fidel Castro escreveu em uma de suas colunas que "do ponto de vista social e humano (Obama é) o mais avançado candidato à postulação presidencial" e que "não foi responsável pelos crimes cometidos (por Washington) contra Cuba".
Já o deputado uruguaio Edgardo Ortuño, de origem africana e da governista Frente Ampla, acredita que os EUA avançam "rumo à superação de centenas de anos de preconceitos e confrontos provocados pelo racismo". EFE
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL748518-5602,00COMUNIDADES+NEGRAS+NA+AMERICA+LATINA+DEFENDEM+OBAMA.html
7 de set. de 2008
Artigo: Quebra de sigilo no Orkut: criação de jurisprudência ante a dificuldade de identificação exata do criminoso
Trata sobre os crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos no universo virtual, principalmente em sites de relacionamento como o Orkut, a fragilidade de identificação dos criminosos e a dificuldade ainda em puní-los. Continua...
Autora: Fabiana Cristina da Silveira Pereira
Publicado em: 06/09/2008
Fonte: DireitoNet
Autora: Fabiana Cristina da Silveira Pereira
Publicado em: 06/09/2008
Fonte: DireitoNet
Arquitetura da informação - Tudo é informado ou informa algo
karina Guimarães
O que é Arquitetura da Informação Web? Podemos defini-la como uma nova ciência subsidiada a um processo de criação, mapeamento e desenvolvimento de sistemas/web. O mapeamento visual e contextual de um sistema, seja ele qual for, torna as informações identificáveis, assimiláveis, claras e aplicáveis a qualquer outro sistema de informação.
A arquitetura visual é aplicada ao contexto do projeto: é definida como o uso de um método particular de construir a informação visual, encontrando assim um equilíbrio da comunicação entre imagens e palavras. Esta nova Ciência conta com sete idéias que nunca devem ser esquecidas: Organização, Navegação, Nomeação, Pesquisa, Desenho e Mapeamento. Abro um parêntese para “desenho” e “mapeamento”. Ambos tangem o desenho visual que subsidiará a estrutura da arquitetura da informação e viabilizará todo o escopo das informações de uma página. Continua...
O que é Arquitetura da Informação Web? Podemos defini-la como uma nova ciência subsidiada a um processo de criação, mapeamento e desenvolvimento de sistemas/web. O mapeamento visual e contextual de um sistema, seja ele qual for, torna as informações identificáveis, assimiláveis, claras e aplicáveis a qualquer outro sistema de informação.
A arquitetura visual é aplicada ao contexto do projeto: é definida como o uso de um método particular de construir a informação visual, encontrando assim um equilíbrio da comunicação entre imagens e palavras. Esta nova Ciência conta com sete idéias que nunca devem ser esquecidas: Organização, Navegação, Nomeação, Pesquisa, Desenho e Mapeamento. Abro um parêntese para “desenho” e “mapeamento”. Ambos tangem o desenho visual que subsidiará a estrutura da arquitetura da informação e viabilizará todo o escopo das informações de uma página. Continua...
INDICAÇÃO/ARTIGOS: "AS CIDADES DIGITAIS: OS DESAFIOS NO ORDENAMENTO TERRITORIAL"
Michele Tancman Candido da Silva
A Cidade Digital, conhecida também por Cibercidade, Cidade Virtual, Município Digital ou Virtual, Cidade Eletrônica, Cidade Inteligente e outros nomes, representa uma projeção de simulacrosde diferentes cidades e emerge como uma das forças que contribuem para organização do espaço.No contexto das redes comunicacionais, as especializações e a função social das CidadesDigitais serão definidas pelos seus gestores, indutores e freqüentadores.
A guisa de exemplificação,algumas Cidades Digitais caracterizam-se como culturais por apresentarem uma ênfase nasatividades e divulgações no campo da cultura; outras históricas, por preservarem a história de seusfreqüentadores; e algumas outras apresentam características no campo social, e assim por diante. Infinitamente seriam os exemplos e as possibilidades.
É possível, porém, identificar em todas uma grande agilidade se comparada a uma cidade. Os seus idealizadores são dotados e impulsionados pela criatividade, ainda que estacriatividade se apresente em diferentes estágios.
À medida que a cidade vai se desenvolvendo a performance tende a melhorar. No texto em tela apontaremos ao final, a criação de fóruns intergovernamentais que buscamconsensos mundiais e abordam assuntos relativos a Sociedade da Informação, e como resultado seobjetiva uma visão comum e uma melhor compreensão da transformação da Sociedade. Leia o artigo e faça seus comentários aqui....
A Cidade Digital, conhecida também por Cibercidade, Cidade Virtual, Município Digital ou Virtual, Cidade Eletrônica, Cidade Inteligente e outros nomes, representa uma projeção de simulacrosde diferentes cidades e emerge como uma das forças que contribuem para organização do espaço.No contexto das redes comunicacionais, as especializações e a função social das CidadesDigitais serão definidas pelos seus gestores, indutores e freqüentadores.
A guisa de exemplificação,algumas Cidades Digitais caracterizam-se como culturais por apresentarem uma ênfase nasatividades e divulgações no campo da cultura; outras históricas, por preservarem a história de seusfreqüentadores; e algumas outras apresentam características no campo social, e assim por diante. Infinitamente seriam os exemplos e as possibilidades.
É possível, porém, identificar em todas uma grande agilidade se comparada a uma cidade. Os seus idealizadores são dotados e impulsionados pela criatividade, ainda que estacriatividade se apresente em diferentes estágios.
À medida que a cidade vai se desenvolvendo a performance tende a melhorar. No texto em tela apontaremos ao final, a criação de fóruns intergovernamentais que buscamconsensos mundiais e abordam assuntos relativos a Sociedade da Informação, e como resultado seobjetiva uma visão comum e uma melhor compreensão da transformação da Sociedade. Leia o artigo e faça seus comentários aqui....
6 de set. de 2008
Internet por rede elétrica: mais que um piloto

Ministério das Comunicações lança projeto de conexão banda larga via rede elétrica em cidade do Maranhão. Haverá 150 pontos, entre escolas, postos de saúde, órgãos públicos, residências e pequenas empresas de Barreirinhas, porta de entrada do Parque dos Lençóis Maranhenses.
[em mp3]


Saiba como funciona a banda larga pela rede elétrica, em entrevista do Paulo Pimentel, diretor do Fórum PLC na Aptel, fala sobre a tecnologia, que está sendo regulamentada para estrear no Brasil. Ouça o programa.
Fonte: site idgnow e oppi
Fonte: site idgnow e oppi
EDUCAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS [UNEB] Valença
Segundo a coordenadora do seminário, a professora Vânia Valente, o evento é gratuito e aberto ao público. A realização do seminário promove, através do debate entre pesquisadores e acadêmicos de diferentes instituições, a socialização de pesquisas em torno da relação Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação. Maiores informações, aqui.
Simone Lucena, Andrea Lago, Ariana Clementino e Vânia Valete
Participantes
Cidade de Valença - Rio Una [Território de Identidade Baixo Sul]
5 de set. de 2008
2ª Semana de Tecnologia da Informação e Comunicação da Bahia
Acadêmicos, empresários, gestores públicos e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) estarão reunidos, de 9 a 12 de setembro próximo, no Hotel Fiesta, em Salvador, para debater o fortalecimento empresarial e da base científica e de pesquisa na área de TIC na Bahia. Promovida pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com o Sebrae, a II Semana Estadual de TIC vai discutir também as tendências tecnológicas nas áreas de inovação, ferramentas de cooperação entre pesquisadores e empresas, infra-estrutura e cidades digitais, envolvendo sua utilização e segurança com o intuito de estabelecer relacionamentos e soluções disponíveis para questões comuns ligadas a área. Maiores informações, aqui.
Paulo Afonso é reconhecida como Cidade Digital
Paulo Afonso, é a única cidade nordestina a figurar entre as vencedoreas da edição 2008 do Prêmio de Escelência em Governo Eletrônico (e-Gov), organizado pela Associação Brasiliera de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do governo brasileiro.
Com a premiação, a cidade viu reconhecido o esforço desenvolvido pela sua administração no sentido de dotar o município de uma infra-estrutura digital capaz de atender o/cidadão/ã em todas as suas necessidades relativas ao serviço público. Continua...
Cidade Digital: "Cidade Digital é um termo pouco conhecido, que está em alta velocidade tomando conta de planejamentos estratégicos das grandes corporações e governos, isto porque quem tem acesso fácil a informações on-line consegue acompanhar e tomar decisões rápidas de acordo com as demandas da economia. Portanto, quem estiver desconectado tem possibilidades inferiores de movimentar-se e até de cumprir seus objetivos estratégicos. Diante dessa situação, compor a sociedade da informação, através das tecnologias da informação e comunicação livres, é fundamental para pensar no desenvolvimento local e sustentável de uma comunidade, cidade, estado ou nação." In: http://portodoblues.wordpress.com/2008/03/08/software-livre-e-cidade-digital/
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3 de set. de 2008
Ministro nega liminar em processo que questiona regras para Internet nas eleições

O ministro Joaquim Barbosa, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou nesta terça-feira (2) liminar em mandado de segurança ajuizado pelo portal iG que contesta restrições à propaganda eleitoral na Internet nas eleições de 2008. O pedido ainda será analisado pelo plenário.Segundo o ministro, a instrução apenas repete normas utilizadas nas eleições de 2004 e 2006, portanto, não há ilegalidade.
Para o relator, o mandado de segurança não é o meio adequado para questionar norma baseada em lei.Os artigos da Resolução 22.718/2008, contestada pelo iG, dispõem que a propaganda eleitoral na Internet somente será permitida na página do candidato destinada exclusivamente à campanha eleitoral. Além disso, os candidatos poderão manter site com a terminação "can.br", ou com outras terminações, como mecanismo de propaganda eleitoral até a antevéspera da eleição.
O iG alega que a resolução restringiu a divulgação de informações jornalísticas e a comercialização de espaços publicitários para partidos políticos.O ministro Joaquim Barbosa afirmou que não há disposição constitucional ou legal que estabeleça regra específica para uso da Internet para veicular propaganda eleitoral. Segundo ele, o TSE regulamentou a matéria nos limites do poder que lhe é conferido pelo ordenamento jurídico.
"Com base nesse posicionamento, concluo que, a despeito de todo o alegado pela impetrante, as razões apresentadas não traduzem violação a direito líquido e certo, suficiente para afastar a aplicação da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Assim não vislumbro, no momento, a alegada inconstitucionalidade capaz de, por si só, dar suporte à suspensão, in limine, dos dispositivos impugnados", afirmou o ministro em seu despacho.
Enfim, algém para fazer frente ao apetite voraz destas empresas de internete que comandam todo um conjunto de portais, serviços e aplicações as mais diversas. Fico imaginando que a IG foi a empre$a que foi para a berlinda, mas sabemos muito bem que todas elas agem em conjunto. Esperamos que pelo menos a Internete possa estar nesta eleição, livre da enxurrada de candidatos/as que apenas visam este espaço como trampolim..... para sues desejos pesoais.
Fonte: uol
29 de ago. de 2008
3 Destaques desta Semana = 3D
Web brasileira bate recordes em julho
A internet brasileira bateu dois recordes no último mês de julho. Segundo o Ibope//NetRatings, em julho 23,7 milhões de brasileiros usaram a internet residencial. O valor é 3,5% superior ao de junho de 2008 e 28% maior do que aquele registrado em julho do ano passado. Além disso, a média de uso mensal para cada internauta foi de 24 horas e 54 minutos, maior patamar já alcançado desde setembro de 2000, quando teve início a medição. Continua...
Acesso à internet pode ficar mais caro
O projeto de lei que tipifica e estabelece penalidades para os crimes cometidos pela internet pode tornar mais caras as conexões à web e dificultar projetos de inclusão digital. A opinião é de especialistas que participaram de debate nesta quarta-feira, 27, no Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico. Continua...
Banda larga pode virar serviço público
Em reunião do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com representantes das operadoras de telefonia, ocorrida na última sexta-feira, 22, foi levantada a possibilidade da banda larga se tornar um serviço público no Brasil, para que haja um melhor controle da qualidade e do atendimento. A OI é contra... sabe pq? Porque este serviço irá possibilitar o acesso. E acesso é quebrar privilégios no mundo virtual. A equação é a seguinte:
Veja a íntegra da matéria. Continua...
Quinta-feira, 25 a 28 de agosto de 2008 às 13h22
A internet brasileira bateu dois recordes no último mês de julho. Segundo o Ibope//NetRatings, em julho 23,7 milhões de brasileiros usaram a internet residencial. O valor é 3,5% superior ao de junho de 2008 e 28% maior do que aquele registrado em julho do ano passado. Além disso, a média de uso mensal para cada internauta foi de 24 horas e 54 minutos, maior patamar já alcançado desde setembro de 2000, quando teve início a medição. Continua...
Acesso à internet pode ficar mais caro
O projeto de lei que tipifica e estabelece penalidades para os crimes cometidos pela internet pode tornar mais caras as conexões à web e dificultar projetos de inclusão digital. A opinião é de especialistas que participaram de debate nesta quarta-feira, 27, no Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico. Continua...
Banda larga pode virar serviço público
Em reunião do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com representantes das operadoras de telefonia, ocorrida na última sexta-feira, 22, foi levantada a possibilidade da banda larga se tornar um serviço público no Brasil, para que haja um melhor controle da qualidade e do atendimento. A OI é contra... sabe pq? Porque este serviço irá possibilitar o acesso. E acesso é quebrar privilégios no mundo virtual. A equação é a seguinte:
Acesso = Quebrar Privilégios
Não Acesso = Manter Privilégios
Quinta-feira, 25 a 28 de agosto de 2008 às 13h22
Internet em 12 mil pontos remotos do País

A Embratel vai fornecer acesso à Internet banda larga sem fio a 12.000 pontos em 4.214 municípios de todo o Brasil. O consórcio liderado pela empresa venceu a licitação do Gesac, programa de inclusão digital do Governo Federal, que contempla prioritariamente comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) localizadas em regiões onde as redes de telecomunicações não oferecem acesso local à internet banda larga.
"Os pontos de presença são locais abertos ao público, compostos por computadores, impressoras e acesso à Internet de uso totalmente gratuito. A idéia é que o serviço seja prestado com alta disponibilidade para a comunidade, mesmo nas localidades mais remotas”, afirma José Formoso, presidente da Embratel, que assinou o contrato para prestação do serviço, nesta terça-feira, 26 de agosto, durante encontro com o Ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Todos os locais de acesso à Internet contarão com um administrador indicado pelo Ministério das Comunicações, além de suporte técnico disponibilizado pela Embratel por meio de linhas 0800. Essas centrais são sistemas avançados de gerência de performance da rede, com monitoramento online. O Ministério das Comunicações criará uma equipe de fiscalização para acompanhamento da qualidade da prestação do serviço.
O projeto inclui o fornecimento de acessos com velocidades que variam de 256 Kbps a 8 Mbps, permitindo aplicações diversas como VoIP (voz sobre IP) para 25% dos endereços contemplados no contrato e a criação de redes sem fio que suportam, inclusive, transmissões de vídeo, possibilitando a realização de áudio e videoconferências. A operadora garantirá, ainda, o gerenciamento completo da solução e ferramentas de segurança de acesso à Internet.
Com transmissão via satélite, a Embratel conseguirá chegar às localidades mais distantes do País, como aldeias indígenas nos estados de Roraima, Acre e Amazonas, arquipélago de São Pedro e São Paulo – o ponto mais distante do território nacional, localizado a mil quilômetros da cidade de Natal – além da base do Brasil na Antártida. Do total de 12 mil pontos, aproximadamente dois terços são escolas da rede pública e, um terço, Telecentros.
“Estamos muito felizes em contribuir com o avanço do Brasil, participando de um projeto de grande alcance social como o Gesac”, comemora Formoso. Segundo ele, a Embratel irá contribuir para a inclusão digital no Brasil, promovendo a educação de milhares de estudantes da rede pública, além do acesso à informação nas regiões mais remotas.
Inclusão Digital
A Embratel lidera o Consórcio Conecta Brasil Cidadão, do qual fazem parte outras três operadoras, com 83% de participação no atendimento dos endereços contemplados. Ao final, o Consórcio liderado pela Embratel venceu a disputa valor mensal de R$ 3,3 milhões. O valor representará uma economia de mais de 70% aos cofres públicos, que permitirão ao Ministério investir numa ampliação do projeto sem necessidade de aumento de recursos.
O objetivo do Gesac é chegar às regiões mais remotas do País, em que existem grandes entraves para a instalação de infra-estruturas complexas de telecomunicações e de tecnologias convencionais de acesso à Internet banda larga. Com o programa, o Governo Federal visa promover a inclusão digital, incentivar a prática de trabalhos colaborativos, a formação de redes de conhecimento, além do desenvolvimento social das comunidades beneficiadas.
Nesse contexto, o lançamento recente dos satélites Star One C1 e C2 fazem parte da estratégia da Embratel para atender às demandas do Gesac e foram fatores decisivos na vitória do Consórcio na licitação. Juntos, os dois satélites duplicarão a capacidade de telecomunicações via satélite do Brasil.
A comunicação via satélite permitirá a criação de uma rede de cooperação, que possibilitará maior intercâmbio de informações e novas oportunidades para as comunidades locais.
Segue abaixo uma lista com a distribuição dos pontos em cada Estado
Segue abaixo uma lista com a distribuição dos pontos em cada Estado
Bahia – 1.515Minas Gerais – 1.369
Pará – 1.141
Maranhão – 966
Ceará – 855
Piauí – 669
Amapá – 604
Pernambuco – 526
Rio Grande do Sul – 506
Paraíba – 455
Rio Grande do Norte – 436
São Paulo – 417
Tocantins – 277
Alagoas – 265Mato Grosso – 258
Sergipe – 230
Rio de Janeiro – 196
Paraná – 191
Espírito Santo – 186
Santa Catarina - 171
Goiás – 150
Roraima – 134
Acre – 114
Amapá - 102
Rondônia – 102
Mato Grosso do Sul – 72
Distrito Federal – 12
Pará – 1.141
Maranhão – 966
Ceará – 855
Piauí – 669
Amapá – 604
Pernambuco – 526
Rio Grande do Sul – 506
Paraíba – 455
Rio Grande do Norte – 436
São Paulo – 417
Tocantins – 277
Alagoas – 265Mato Grosso – 258
Sergipe – 230
Rio de Janeiro – 196
Paraná – 191
Espírito Santo – 186
Santa Catarina - 171
Goiás – 150
Roraima – 134
Acre – 114
Amapá - 102
Rondônia – 102
Mato Grosso do Sul – 72
Distrito Federal – 12
Data: Quinta-feira, 28 de agosto de 2008 às 09h16
Comentário: a Bahia receberá 1.515 pontos de acesso remoto. Estarei me perguntando quais os critérios para esta seleção e como se dará a instalação destes pontos de acesso e em quais municípios e comunidades eles serão de fato impantados. Tentadora é a vontade de acompanhar a implantação de cada um destes centros, para que eles possam atender à população negra deste estado que corresponde a mais de 70% da população.
É por estes motivos que este Blog estará presente nas discussões da implantação deste grande empreendimento que tem a Bahia como porta de entrada, vitrine e certamente, onde há expectativas de que renda bons frutos..... vamos saber pra quem??????? Será de fato, um bom exercício!!!!!!
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